CARACTERÍSTICAS
DA PSICOTERAPIA RESUMOS |
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Psiquiatria Ciência Comportamental e Fundamentos
Clínicos
Jerald Kay, Allan Tasman, Jeffrey A. Lieberman
Editora Manole
1º Ed. 2002
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Alguns
Mecanismos de Defesa Comuns
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Repressão |
Relegação
de desejos, necessidades ou impulsos ameaçadores
para o inconsciente |
Projeção |
Atribuição
de pensamentos ou sentimentos conflitantes para
outra pessoa ou para um grupo de pessoas |
Negação |
Recusa
em avaliar informação sobre si mesmo
ou sobre os outros |
Identificação |
Padronização
de si mesmo de acordo com outra pessoa |
Identificação
projetiva |
Atribuição
de característica inaceitáveis da
personalidade para outra pessoa, seguida de identificação
com o outro |
Regressão |
Retorno
parcial a níveis anteriores de adaptação
para evitar conflito |
Divisão |
Experiência
de outras pessoas como sendo totalmente boas ou
totalmente más (isto é, idealização
ou desvalorização). |
Formação
reativa |
Transformação
de um pensamento ou sentimento indesejado no seu
oposto |
Isolamento |
Separação
de um sentimento de sua idéia desagradável |
Racionalização |
Utilização
de explicação aparentemente lógicas
para tornar sentimentos ou pensamentos insustentáveis
mais aceitáveis |
Deslocamento |
Redirecionamento
de sentimentos ou pensamentos desagradáveis
para outro objeto |
Dissociação |
Divisão
do pensamento ou sentimento de sua fonte original |
Conversão |
Transformação
de desejos ou pensamentos inaceitáveis
em sensações corporais |
Sublimação |
Um
mecanismo maduro onde pensamentos são canalizados
para outros socialmente aceitáveis |
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Características
da Psicoterapia Psicanalítica |
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Objetivos |
Reorganização
parcial da personalidade
Apreciação
de conflitos e mecanismos de defesa relacionados
Reconstrução
parcial do passado
Alívio dos sintomas
Melhora dos relacionamentos
interpessoais |
Características
do Paciente |
Transtornos
da personalidade moderados a severos (por exemplo,
boderline)
Alguns transtornos afetivos
com e sem medicação (por exemplo,
depressão maior,
distimia) |
Técnicas |
Postura
terapêutica ativa
Face a face (sentado)
Uma a três sessões
semanais
Associação
livre limitada
Foco ativo em questões
de vida atuais
Análise da transferência
limitada
Algumas técnicas
de apoio
Uso liberal de medicação
Esclarecimento e interpretação |
Duração
de Tratamento |
Meses
a anos (pode ou não ser mais curta que
psicanálise) |
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Intervenções
Comparativas |
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Expressiva |
Contínuo |
Apoio |
Confrotação |
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Sugestão |
Esclarecimento |
Reasseguramento |
Interpretação |
Aconselhamento |
Interpretação
da transferência |
Intervenção
e manipulação do ambiente |
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Características
da Psicoterapia Psicanalítica de Apoio |
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Objetivos |
Manter
o nível atual de funcionamento psicológico
Restaurar a adaptação
pré-mórbida, se possível
Melhorar os macanismos
de tolerância
Fortalecer os mecanismos
de defesa, a não ser que sejam mal-adaptados
Apoiar o teste da realidade
Aliviar os sintomas
Diminuir o sofrimento
mental |
Característica
do Paciente |
Transtornos
de caráter severos
Déficits crônicos
do ego
Transtornos do pensamento
Mentalidade psicológica
limitada
Relacionamentos interpessoais
inadequados
Controle dos impulsos
inadequado
Baixa tolerância
à frustação
Tendência à
regressão
Algum potencial para aliança
terapêutica
Passividade extrema
Incapacidade de verbalizar
afetos
Indivíduos em situação
de crise (perda catastrófica, trauma psíquico
agudo, doença
clínica)
Psicologicamente saudável
Rede social efetiva
Alta adaptação
pré-mórbida
Defesas flexíveis |
Técnicas |
Previsibilidade
e consistência do terapeuta
Estilo baseado no diálogo
Confrontação,
esclarecimento, orientação
Foco na resolução
de problemas
Fornecer encorajamento,
conselhos, elogios, reasseguramento
Intervenção
ambiental
Fortalecer o teste de
realidade
Fortalecer os mecanismos
de defesa
Desencorajar regressão
Reconstrução
genética infrequente
Análise de transferência
infrequente
Menor neurtralidade terapêutica
Uso frequente de medicação |
Duração/Programação
do Tratamento |
Geralmente
uma vez por semana ou menos
Duração
flexível de sessões
Varia de duração
curta para transtornos reativos em indivíduos
que não precisam
ou não estão motivados para auxílio
adicional até tratamentos vitalícios
de pacientes com alguns transtornos crônicos. |
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