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janela terapêutica - Faixa de níveis sangüíneos associada com a resposta clínica a certas drogas.

jargonofasia - Uma forma de afasia de Wernike (afasia receptiva, central ou sensorial) caracterizada pela fala em que a sintaxe parece normal, mas o seu conteúdo não faz sentido. Sinonímia: Fala sem sentido

jogo compulsivo - Ver jogo patológico.

jogo patológico (F63.0) - Episódios freqüentes e repetidos de jogo e apostas que dominam a vida do indivíduo, em detrimento de seus valores e compromissos sociais, ocupacionais, materiais e familiares. Sinonímia: jogo compulsivo.

jogos de faz-de-conta - Ver jogos de simulação.

jogos de simulação - Qualquer jogo ou atividade da infância que depende da imaginação ou habilidade de simulação da criança. A habilidade de usar adequadamente brinquedos ou objetos domésticos é uma medida de compreensão e de habilidade para comunicar-se.

juízo - O raciocínio humano é uma cadeia infinita de representações, conceitos e juízos, sendo a fonte inicial de todo esse processo a experiência sensorial. Nosso conhecimento se dá através das representações sensoperceptivas do mundo e delas, elaboramos nossos conceitos, vistos anteriormente. O pensamento lógico consiste em selecionar e orientar esses conceitos, tendo como objetivo alcançar uma integração significativa, que possibilite uma atitude racional ante as necessidades do momento.

Chama-se Juízo o processo que conduz ao estabelecimento dessas relações significativas entre conceitos e, julgar é, nesse caso, estabelecer uma relação entre conceitos. A função que relaciona os juízos, uns com os outros, recebe a denominação de raciocínio. Em seu sentido lógico, o raciocínio não é nem verdadeiro nem falso, ele será sim, correto ou incorreto. Portanto, o raciocínio para ser correto deve ser lógico e, em Psicologia, o termo raciocínio tem o mesmo sentido de pensamento.

O Juízo e a Lógica, são duas operações intelectuais exercidas pelo pensamento reflexivo ou lógico. Porém, não obstante, nossos juízos estão sempre impregnados pela afetividade e pela vontade, de tal forma que todo julgamento é predominantemente subjetivo. Conforme Nobre de Melo, pode-se dizer que um juízo crítico, por mais fundamentado que possa ser, revela, às vezes, muito mais a natureza da pessoa que julga do que a qualidade da coisa julgada. Desta forma a própria razão, objeto do raciocínio lógico, também deve passar pela individualidade afetiva e, portanto, terá sempre uma racionalidade relativa por excelência.

Há situações onde ocorre uma predominância dos afetos sobre a reflexão consciente, com subseqüente alteração do juízo da realidade e com repercussões secundárias no comportamento social do indivíduo. As Idéias Supervalorizadas são conhecidas também como Idéias Prevalentes ou Idéias Superestimadas. É quando o pensamento se centraliza obsessivamente num tópico especialmente definido e carregado de uma enorme carga afetiva.


Jaspers define o Delírio com sendo um juízo patologicamente falseado da realidade. Fala-se em Percepção Delirante quando o paciente atribui, à uma percepção normal da realidade, um significado anormal sem que, para isso, existam motivos compreensíveis. Não existe, neste caso, uma verdadeira alteração da percepção mas é a interpretação dessa percepção que sofre um juízo crítico distorcido, patológico e com uma significação muito especial.