A
elaboração de um manual contendo informações
básicas sobre o uso de drogas / medicamentos
durante o período da lactação,
vem responder a uma necessidade percebida pela área
de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde
e por muitos profissionais envolvidos na promoção,
proteção e apoio à prática
da amamentação.
Para
mães lactantes que necessitam usar medicamentos,
as indicações médicas para suspensão
do aleitamento materno são extremamente freqüentes
e, movidas pela desinformação / insegurança
ou talvez pela preocupação com repercussões
legais, cada vez mais presentes no cotidiano dos médicos.
Por outro lado, tais atitudes negam às mães
a oportunidade de participarem da decisão pela
continuidade ou interrupção do aleitamento.
Diante
do universo das substâncias farmacologicamente
ativas disponibilizadas para uso por mães que
amamentam, dos complexos mecanismos que interferem na
passagem dessas drogas para o leite materno e também
dos fatores que podem influir nos efeitos colaterais
sobre as crianças amamentadas, muitos profissionais
de saúde optam simplesmente por indicar o desmame,
podendo levar a efeitos muitas vezes nefastos, seja
para a mãe, seja para o bebê. Na dúvida,
podem prevalecer decisões injustificáveis.
Frente
a situações concretas, numerosas são
as perguntas que se nos apresentam, tais como: o lactente
absorverá o produto no trato gastrintestinal?
Caso absorva, poderá metabolizá-lo e eliminá-lo?
Que doses e níveis sangüíneos são
seguros? A criança é prematura ou está
na primeira semana de vida? Pode o lactente expor-se
a concentrações dessa droga no leite materno?
Os riscos superam os enormes benefícios do aleitamento
materno?
Buscando
solucionar questões como estas, um grupo de consultores
da área de Saúde da Criança da
Secretaria de Políticas de Saúde (SPS/MS)
realizou ampla pesquisa de revisão, terminando
por confirmar o quão conflitantes são
as listas de drogas permitidas e proibidas durante a
lactação nas muitas publicações
correntemente usadas.
O
conteúdo deste trabalho reúne assim o
esforço de uma visão de consenso, que
à luz de dados atualmente disponíveis,
tenta equacionar risco/benefício e facilitar
o trabalho dos profissionais que lidam diretamente com
a nutriz e seu concepto, servindo como fonte diária
de consulta.
ÍNDICE
RÁPIDO |
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A
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B |
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C |
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INTRODUÇAO
O
leite materno é fundamental para a saúde
da criança, por sua composição
e disponibilidade de nutrientes e por seu conteúdo
em substâncias imunoativas. Favorece a relação
afetiva mãe-filho e o desenvolvimento da criança,
do ponto de vista cognitivo e psicomotor. Apresenta
também a propriedade de promover o espaçamento
das gestações e de diminuir a incidência
de algumas doenças na mulher.
Apesar
da excelência do leite materno, existem ocasiões
em que o profissional de saúde deve considerar
o risco/benefício para o lactente, da terapia
medicamentosa na mãe que amamenta.
As
recomendações para interromper ou suspender
a amamentação são excessivamente
comuns, ao contrário dos esforços para
assegurar que o tratamento materno seja indicado, e
então selecionar uma droga compatível
com o aleitamento materno. Profissionais de saúde
são certamente influenciados pelos efeitos teratogênicos
de uma minoria de drogas usadas durante a gestação,
isto porque a placenta permite a passagem de drogas
para o feto, ainda que o epitélio alveolar mamário
sirva quase como uma barreira impermeável.
Apesar
da maioria das drogas passarem para o leite materno,
isto só ocorre em uma pequena quantidade e mesmo
quando presente no leite humano, poderá ou não
ser absorvida no trato gastrointestinal da criança.
Só em raros casos, quando a doença materna
requer o tratamento com medicações incompatíveis
com a amamentação, esta deve ser interrompida.
Este trabalho resulta de uma revisão de listas
de agentes transferidos para o leite materno, descrevendo
os possíveis efeitos no lactente ou na lactação,
se conhecidos. A preocupação com o tema
é generalizada, já existindo várias
revisões gerais e centenas de artigos sobre estes
efeitos.
Embora
o conhecimento a respeito de drogas e lactação
tenha sido muito ampliado, ainda não se conhecem
os efeitos sobre a criança de muitas drogas utilizadas
pela nutriz. Além disso, muitas drogas novas
ainda não tiveram os seus possíveis efeitos
de excreção pelo leite materno divulgados.
Observa-se que na última revisão do Comitê
de Drogas da Academia Americana de Pediatria (MP, 1
994) há uma tendência em reduzir o número
de drogas consideradas como incompatíveis ou
contra-indicadas durante a amamentação.
Para maiores detalhes consultar a bibliografia disponível
sobre o assunto.
A
indicação criteriosa do tratamento materno
e a seleção cuidadosa dos medicamentos,
geralmente permite que a amamentação continue
sem interrupção e com segurança.
CRITÉRIOS
PARA O USO DA LISTA DE MEDICAMENTOS
A
lista de medicamentos foi feita de acordo com a seguinte
classificação:
USO
COMPATÍVEL COM AMAMENTAÇÃO
Estes
medicamentos fazem parte de um grupo cujo uso é
potencialmente seguro durante a lactação.
Neste grupo de drogas não há relatos de
efeitos farmacológicos significativos, que possam
causar preocupações durante seu uso.
USO
CRITERIOSO DURANTE A AMAMENTAÇÃO
Estes
medicamentos devem ser utilizados levando-se em conta
a relação custo/benefício. Exigem
monitorização clínica e/ou laboratorial
do lactente. Recomenda-se utilizar estes medicamentos
durante o menor tempo e na menor dose possível.
USO
CONTRA-INDICADO DURANTE A AMAMENTAÇÃO
Estas
drogas exigem a interrupção da lactação,
pois existem evidências de efeitos colaterais
importantes no lactente.
NOTA:
na presente revisão foram incluídas drogas
de vício, alimentos e agentes ambientais (contaminantes).
Nestes casos os critérios acima não se
aplicam, uma vez que configuram situações
especiais passíveis de ocorrer na prática
diária, exigindo uma tomada de decisão
por parte do profissional de saúde.
DROGAS
E LACTAÇÃO FISIOLOGIA
I-MECANISMOS
Medicamentos
(drogas) administrados à mãe, podem afetar
desfavoravelmente a capacidade dos recém-nascidos
mamarem por muitos dias após o parto, devido
à limitada capacidade de excreção
hepática e renal. Em alguns poucos casos, o uso
de medicamentos pela nutriz pode contra-indicar a amamentação
no seio. Certas drogas têm sido implicadas em
exercer efeitos adversos para o recém-nascido,
através da excreção pelo leite
materno. Na maioria dos casos, a dose eliminada pelo
leite é insuficiente para causar efeitos farmacológicos
na criança. No entanto, situações
em que existe esse efeito precisam ser cuidadosamente
analisadas.
As
drogas podem ser administradas à mãe por
diversas vias, tais como, oral, injetável venosa
ou intramuscular, supositórios anal ou vaginal,
aerossol, tópica por meio de pomadas e cremes.
Uma vez no sangue materno os medicamentos podem ser
transferidos parcialmente para a glândula mamária
e, daí, serem excretados para o leite. Assim,
a presença e ou a concentração
da droga no leite dependerá entre outros fatores
da via de administração à mãe.
Para ser transferida para o leite materno a droga precisa
alcançar o tecido alveolor da glândula
mamária. O fator determinante da quantidade de
droga que aparece no leite é sua concentração
no sangue materno, exceto se for um medicamento de aplicação
tópica diretamente na mama.
Durante
a lactação a passagem de drogas do sangue
para o leite materno ocorre através de mecanismos
envolvendo membranas biológicas, as quais possuem
em sua constituição proteínas e
fosfolípides. Após atravessar o capilar
endotelial a droga passa para o interstício e
atravessa a membrana basal das células alveolares
do tecido mamário. Assim, proteínas e
lípides da membrana exercem influência
na velocidade da passagem e, na concentração
da droga no leite humano. Como uma forma simplificada,
e para fins práticos, estima-se que a quantidade
de um medicamento excretado no leite não ultrapasse
a 2% da dose administrada à mãe. Embora
se acredite que quantidades moderadas de muitos medicamentos
não apresentem riscos para o lactente, algumas
substâncias são preocupantes por suas reações
adversas conhecidas ou suspeitas. Por exemplo, recém-nascidos
prematuros, por dificuldades em metabolizar e excretar
medicamentos devido à imaturidade renal, hepática
e de sistemas enzimáticos, seriam mais susceptíveis
aos efeitos adversos de drogas eliminadas no leite materno.
Os
mecanismos mais prováveis de excreção
de drogas para o leite materno são os seguintes:
•
Difusão transcelular - moléculas
pequenas não ionizadas e hidrossolúveis
(etanol, uréia) por difusão atravessam
os poros da membrana celular.
•
Difusão passiva - pequenas moléculas
ionizadas e proteínas menores atravessam a membrana
celular basal pelos canalículos de água.
E o principal mecanismo para passagem de um fármaco
para o leite materno.
•
Difusão intercelular - grandes
moléculas podem aparecer no leite humano, por
exemplo, imunoglobulinas, interferon. Neste caso não
ocorre a entrada da substância dentro da célula
alveolar.
•
Ligação com proteínas carreadoras
- substâncias polares penetram nas membranas celulares
ligadas a proteínas carreadoras.
Para
se entender melhor os efeitos das drogas transferidas
para o recém-nascido através do leite
materno, é necessário considerar os fatores
relacionados com a droga, a nutriz e o lactente (figura
1).
 |
Os fatores relacionados com a droga têm a ver
com a farmacocinética, que varia tanto com alguns
constituintes do leite materno, quanto com fatores maternos.
As concentrações da droga no leite materno
são influenciadas por algumas de suas características
que favorecem sua passagem para o leite tais como: lipossolubilidade,
baixa ligação com proteínas plasmáticas
(a maioria das drogas passam às células
alveolares mamárias na forma livre), compostos
não ionizados e baixo peso molecular (inferior
a 100). Após o parto, cinco a sete semanas, as
proteínas plasmáticas maternas podem estar
diminuídas, aumentando a fração
livre de alguns fármacos e favorecendo sua excreção
no leite materno. Outro aspecto importante é
o pico sérico da droga. Usualmente, o pico na
corrente sangüínea da mãe coincide
com o pico no leite materno, sendo menor neste. Portanto,
conhecer o pico sérico de um medicamento é
útil para adequar os horários de administração
da droga ao horário de amamentação
da criança.
Os
fatores relacionados com a nutriz têm relação
com o fluxo sangüíneo para a mama e com
a quantidade da droga utilizada. A forma como a droga
é administrada, por exemplo se injetável,
vai alcançar níveis mais elevados no sangue
e mais rapidamente no leite materno, caso esta droga
apresente características que favoreçam
sua passagem. Na excreção e eliminação
da droga pela mãe, as funções renal
e hepática são importantes, pois influenciam
os níveis séricos e conseqüentemente
as concentrações no leite materno.
Quanto
aos fatores relacionados com o leite materno, as proteínas
e lípides podem funcionar como transportadores
de medicamentos ingeridos pela mãe. No entanto,
outros fatores também estão envolvidos.
Drogas com grande afinidade pelas proteínas plasmáticas
maternas aparecem em pouca quantidade no leite. Já
a concentração de drogas lipossolúveis
pode ser influenciada pela dieta materna, pela freqüência
das mamadas, duração da lactação,
entre outros. A variação na composição
lipídica do leite (leite anterior, leite posterior*)
influi na quantidade de droga excretada no leite materno.
O epitélio alveolar mamário representa
uma barreira lipídica, mais permeável
na fase colostral (primeira semana pós-parto).
O ph do leite humano (6.6 a 6.8) é um pouco menor
do que o do plasma, ou sela mais ácido, o que
favorece a concentração de substâncias
com características básicas, por mecanismo
de ionização. O volume e a composição
do leite, como são variáveis, podem afetar
os níveis de drogas excretadas. O leite de mães
de recém-nascidos pré-termo tem baixo
teor de gordura e alto teor e proteína, o que
implica em diferentes níveis da droga no leite
materno.
Os
efeitos das drogas no lactente dependem também
da taxa de absorção dessas drogas no trato
gastrintestinal do lactente e de sua capacidade para
metabolizá-las e eliminá-las. Assim sendo,
quanto mais imaturo seja o lactente, pior tolerado será
o medicamento. A função renal e, complicações
como hipóxia, acidose metabólica, sepsis
e outras, certamente influem no metabolismo e eliminação
dessas drogas pela criança.
II
- PRINCÍPIOS GERAIS DE PRESCRIÇÃO
DE DROGAS E LACTAÇÃO
O
princípio fundamental da prescrição
de medicamentos para mães lactantes baseia-se
sobretudo no risco yersus benefício. As vantagens
e a importância do aleitamento materno são
bem conhecidas. Assim, a amamentação no
seio somente devera ser interrompida ou desencorajada,
se existir evidência substancial de que a droga
usada pela nutriz é nociva para o lactente, ou
quando não existirem informações
a respeito e, a droga não puder ser substituída
por outra inócua. Em geral, as mães que
amamentam devem evitar o uso de quaisquer medicamentos.
No entanto, se isto for imperativo, deve-se fazer opção
por uma droga já estudada, que seja pouco excretada
no leite materno, ou que não tenha risco aparente
para a saúde da criança. Drogas de uso
contínuo pela mãe são potencialmente
e maior risco para o lactente pelos níveis que
poderiam alcançar no leite materno. Drogas usadas
por um período curto, por exemplo, durante uma
doença aguda seriam menos perigosas. Mães
usuárias de drogas de vício, como a cocaína,
heroína, anfetaminas e maconha estão contra-indicadas
de amamentarem os seus filhos, pelos efeitos adversos
no lactente.
Em
resumo, alguns aspectos práticos para tomada
de decisões, modificado das normas básicas
para prescrição de drogas a mães
durante a lactação (modificado da AAP,1994)
são os seguintes:
•
Avaliar a necessidade da terapia medicamentosa. Neste
caso, a consulta entre o pediatra e o obstetra ou clínico
é muito útil. A droga prescrita deve ter
um benefício reconhecido para a condição
que está sendo indicada.
•
Preferir uma droga já estudada e sabidamente
segura para a criança, que seja pouco excretada
no leite humano. Por exemplo, prescrever acetominofen
em vez de aspirina, penicilinas em vez de cloranfenicol.
•
Preferir drogas que já são liberados para
o uso em recém-nascidos e lactentes.
•
Preferir a terapia tópica ou local, do que a
oral e parenteral, quando possível e indicado.
•
Programar o horário de administração
da droga à mãe, evitando que o pico do
medicamento no sangue e no leite materno coincida com
o horário da amamentação.
Em
geral, a exposição do lactente à
droga pode ser diminuída, prescrevendo-a para
a mãe imediatamente antes ou logo após
a amamentação.
•
Considerar a possibilidade de dosar a droga na corrente
sanguínea do lactente quando houver risco para
a criança, como nos tratamentos maternos prolongados,
a exemplo do uso de anticonvulsivantes.
•
Orientar a mãe para observar a criança
com relação aos possíveis efeitos
colaterais, tais como alteração do padrão
alimentar, hábitos de sono, agitação,
tônus muscular e distúrbios gastrintestinais.
•
Evitar drogas de ação prolongada pela
maior dificuldade de serem excretadas pelo lactente.
•
Orientar a mãe para retirar o seu leite com antecedência
e estocar em congelador para alimentar o bebê
no caso de interrupção temporária
da amamentação. Sugerir ordenhas periódicas
para manter a lactação.
I.
AGENTES DE DIAGNOSTICO
1.
DROGAS OFTÁLMICAS
(a)
CICLOPLÉGICOS E MIDRIÁTICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: são de uso criterioso, uma vez que podem,
ainda que raramente, ter efeitos antimuscarínicos
nos lactentes, tais como: constipação,
bradicardia transitório seguida de taquicardia,
palpitações, arritmias, secreção
brônquica reduzida, boca seca. São de excreção
rápida.
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Uso
criterioso. |
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Uso
criterioso. |
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Uso
criterioso. |
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Uso
criterioso. |
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Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
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2.
MEIOS DE CONTRASTE RADIOLÓGICO
(a)
COMPOSTOS RADIOATIVOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: consulte o especialista em medicina nuclear antes
de qualquer estudo radiodiagnóstico para que
possa ser usado o radionuclídeo com a menor excreção
no leite materno. Antes do estudo, a mãe pode
extrair o leite e armazená-lo no freezer ou no
congelador, em quantidade suficiente para a criança.
Após o estudo, a mãe pode ordenhar o peito
para manter a produção de leite, mas deverá
descartar o leite retirado durante o tempo em que a
radioatividade estiver presente no leite. Amostras de
leite podem ser analisadas paro detecção
de radioatividade antes de reassumir a lactação.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente por 50 horas.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente por duas semanas.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentaç8o. Quantidades muito
pequenas de radioatividade no leite
presentes por 20 horas.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente até 36 horas.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente por 12 dias.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade rio
leite
presente de 02 -14 dias.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente por 96 horas.
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Contra-indicado
temporariamente durante
a amamentação. Radioatividade no
leite
presente de 15 horas até três dias.
|
(b)
OUTROS MEIOS DE CONTRASTE
ORIENTAÇÃO
GERAL: substâncias que contêm iodo devem
ser usadas com cautela durante a lactação,
porque o iodo pode ser absorvido e concentrado no leite
materno atingindo níveis que são tóxicos
para o bebê.
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Uso
criterioso. Excretado no leite
materno. Não amamentar por 6 horas.
Após o exame retirar o leite e desprezar.
|
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Compatível
com a amamentação. |
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|
Compatível
com a amamentação. Sem
efeitos colaterais relatados. Entretanto,
drogas que contêm iodo, para
administração sistêmica, são
causa de
preocupação.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
II.
AGENTES IMUNZANTES
1.
SOROS E IMUNOGLOBULINAS
Imunoglobulina
antiD (anti-RH) |
Compatível
com a amamentação. |
lmunoglobulina
anti-rábica |
Compatível
com a amamentação. |
Imunoglobulina
antitetânica |
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
2.
VACINAS
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
Contra-Haemophilus
influenzae |
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
III.
ANESTÉSICOS E MIORRELAXANTES
1.
ANESTÉSICOS
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
2.
RELAXANTES MUSCULARES E INIBIDORES DA COLINESTERASE
|
|
Compatível
com amamentação. |
|
|
Compatível
com amamentação. |
|
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Uso
criterioso. Excretado no leite
materno em quantidades significativas.
Observar sonolência e dor abdominal.
|
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|
Compatível
com amamentação. |
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|
Compatível
com amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Evite uso combinado
com atropina.
|
|
|
Compatível
com amamentação. |
IV.
ANTI-HISTAMÍNICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: a ação anticolinérgica pode
inibir a lactação. Administrar o medicamento
à mãe depois da mamada. Observar no bebê
sinais como excitação, irritabilidade,
convulsões e sonolência.
1ª
ESCOLHA: preferir loratadina.
|
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. Evitar
uso prolongado. |
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. Evitar
uso prolongado. |
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Compatível
com a amamentação. Baixa concentração
sistêmica com uso de spray nasal. Sem dados
disponíveis
sobre a passagem para o leite materno. Evitar
uso prolongado.
|
|
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Uso
criterioso. Excretada em concentrações
significativas no leite materno. Metabólito
da hidroxizina. |
|
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. Não
tem efeito cumulativo. |
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Uso
criterioso. Dados insuficientes. Observar sonolência,
choro, irritabilidade. |
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Uso
criterioso. Excretada no leite materno. Observar
choro agudo, sonolência, irritabilidade,
rigidez de nuca. |
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Uso
criterioso. Observar sonolência, irritabilidade,
choro. Pode inibira lactação. |
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Uso
criterioso. Observar sonolência, irritabilidade,
choro. Pode inibir a lactação. |
|
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Compatível.
Evitar uso prolongado. Excretada no leite materno. |
|
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. Comercializada
em associação com outros fármacos.
Evitar uso prolongado. |
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. Não
tem efeito cumulativo. |
|
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
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Compatível
com a amamentação. Excretada no
leite materno em baixas concentrações
(no máximo 1,1% da
dose materna).
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Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
|
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Compatível
com a amamentação. Suposto passagem
para o leite materno. Aumenta os níveis
de prolactina. Evitar uso prolongado. |
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Compatível
com a amamentação. Baixa concentração
no plasma materno. |
|
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Compatível
com a amamentação. Excretada em
baixas concentrações no leite materno
(cerca de 0,06 a 0,2% da dose materna). Comercializada
em associação com pseudo-efedrina
ou outros fármacos.
|
V.
ANALGÉSICOS, ANTIPIRÉTICOS, ANTIINFLAMATÓRIOS
NÃO-ESTERÓIDES E DROGAS PARA TRATAR GOTA
1.
ANALGÉSICOS NÃO-OPIÁCEOS
|
Compatível
com a amamentação. Evitar
tratamento prolongado. Observar o bebê
para efeitos colaterais como anemia
hemolítica, tempo de sangramento
prolongado e acidose metabólica.
|
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Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em pequenas quantidades.
|
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Compatível
com a amamentação. Excretado no
leite materno. Não há indícios
de acumulação. |
|
Compatível
com a amamentação. Excretado no
leite materno sem relato de efeitos adversos. |
|
Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. Excretada no
leite materno sem relato de efeitos adversos. |
|
Uso
criterioso. Excretado no leite materno em menos
de 0,3% da dose terapêutica do lactente,
o que pode gerar uma dose de 1 mg/dia no lactente. |
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Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Uso
criterioso. Excretada no leite materno
podendo acumular-se e causar discrasia
sangüínea.
|
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Compatível
com a amamentação. |
lndometacina
|
Uso
criterioso. Excretada no leite materno em quantidades
significativas. Foi relatado um caso de convulsão
no bebê. |
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Compatível
com a amamentação. Excretado no
leite materno em pequena quantidade. |
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Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. Baixas
concentrações no leite materno (1%
da dose materna).
|
|
Contra-indicados
na amamentação. |
2.
ANALGÉSICOS OPIÁCEOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: a maioria dos opiáceos em doses isoladas
e/ou ocasionais, é excretada em pequenas quantidades
no leite humano. Deve-se evitar doses repetidas pela
provável acumulação no bebê,
principalmente em prematuros ou recém-nascidos.
Evitar drogas opiáceas em mães que tiveram
recém-nascido com episódios de apnéia,
bradicardia ou cianose. Se usadas durante o parto, o
bebê pode nascer sonolento, podendo interferir
com o início da amamentação.
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação para
uso de curta duração. Os efeitos
colaterais com seu uso são mais freqüentes
do que com a morfina.
|
|
Compatível
com a amamentação para
uso de curta duração. Nos casos
de
dependência materna, suspender a amamentação.
|
|
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
VI.
ANTIINFECCIOSOS
1.
ANTIBIÓTICOS E QUIMIOTERÁPICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: são freqüentemente prescritos durante
a lactação, contudo por curtos períodos
de tempo, o que reduz o risco para o lactente. A principal
preocupação, é o antibiótico
modificar a flora intestinal da criança, levando
à diarréia e monilíase, ou gerar
dúvidas na interpretação de material
de cultura do bebê.
(a)
PENICILINAS
ORIENTAÇÃO
GERAL: baixa concentração destas drogas
aparece no leite materno. São medicamentos freqüentemente
prescritos para tratar infecções nos recém-nascidos
e lactentes. Raramente são observados efeitos
colaterais. Ocasionalmente podem provocar reações
alérgicas, como rash cutâneo. Se isto ocorrer,
deve-se suspender a droga e escolher uma alternativa.
Recomende manter a amamentação e informe
à mãe que a criança não
deverá receber a mesma droga no futuro.
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Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
Benzilpenicilina benzatina |
Compatível
com a amamentação. |
Benzilpenicilina
procaína |
Compatível
com a amamentação. |
Benzilpenicilina
- Penicilina G cristalina |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Não é absorvida no trato gastrintestinal
|
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
Fenoxietilpenicilina
- Penicilina V |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
(b)
CEFALOSPORINAS
ORIENTAÇÃO
GERAL: representam pouco risco para o bebê devido
à elevada ligação com proteínas
plasmáticas maternas. Portanto, apenas uma pequena
quantidade da droga passa para o leite. Há possibilidade
de modificação da flora intestinal, efeitos
diretos na criança e interferência na interpretação
do resultado da cultura. Monitorize o bebê para
monilíase e diarréia.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação.
Alcança nível máximo no leite
4-6 horas
após uma dose única.
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Compatível
com a amamentação. |
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|
Compatível
com a amamentação. Atinge
nível máximo no leite, 2 horas após
injeção endovenosa.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. Atinge
nível máximo no leite, 2 horas após
o uso.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. Atinge nível
máximo no leite, 2 horas após injeção
endovenosa. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. A
vida média no leite é três
vezes maior
do que no plasma da mãe.
|
|
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Compatível
com a amamentação. |
(c)
AMINOGLICOSÍDEOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: quando usados pela mãe por via parenteral,
aparecem facilmente no leite materno, contudo a absorção
no troto gastrintestinal do lactente é insignificante.
Logo, é seguro amamentar. Dentre os antibióticos
do grupo, preferir os que já são liberados
para o uso no recém-nascido.
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Uso
criterioso. Não há dados suficientes. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação quando para uso
tópico sob a forma de creme e pomada. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
(d)
SULFONAMIDAS
ORIENTAÇÃO
GERAL: parece que são excretadas no leite materno
em baixas concentrações (1,6% da dose
total é recuperada no leite). A excreção
desta classe de drogas pelos bebês varia muito.
Interferem com a ligação da bilirrubina
com a albumina, aumentando o risco de Kernicterus. O
risco diminui com a idade. O uso deve ser criterioso
no recém-nascido prematuro, no primeiro mês
de vida, nos bebês com hiperbilirrubinemia ou
naqueles com deficiência de Glicose 6 fosfato
desidrogenase (G-6-PD). Monitorize o bebê para
icterícia, rash e diarréia. Demonstrou-se
que os níveis no leite excedem os séricos;
com evidências da droga no leite vários
dias após a suspensão da terapia.
1°
ESCOLHA: preferir as sulfonamidas de ação
curta e intermediária.
|
Uso
criterioso. Ação curta e de uso
tópico. |
|
Uso
criterioso. Ação curta. |
|
Uso
criterioso. Uso tópico. |
|
Uso
criterioso. Ação ultra longa. |
|
Uso
criterioso. Ação curta. |
|
Uso
criterioso. Ação curta. |
|
Uso
criterioso. Ação intermediária. |
|
Uso
criterioso. Ação longa. |
|
Uso
criterioso. Sulfonamida intestinal. O
composto se desdobra em sulfapiridina.
|
|
Uso
criterioso. Ação curta e uso tópico. |
(e)
OUTROS ANTIINFECCIOSOS
|
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Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Monitorize o bebê para
icterícia e hemólise em crianças
com
deficiência de G-6-PD.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Elevada concentração
no leite. Pode causar artropatia em
animais imaturos. Teoricamente pode
afetar o desenvolvimento da cartilagem
de crescimento. Preferir norfloxacina.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Risco de diarréia e colite
pseudomembronosa. A Academia Americana
de Pediatria (1994) considera seu uso seguro durante
a lactação.
|
|
|
Uso
criterioso, sobretudo em recém nascidos.
Monitorize a criança para hemólise
e icterícia. Teoricamente há risco
de depressão de medula óssea, mas
nunca foi relatado. |
|
|
Compatível
com a amamentação. Vide
tetraciclina.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Vide
tetraciclina.
|
|
|
Uso
criterioso. Teoricamente alta concentração
no leite. Pode afetar a cartilagem de crescimento.
Preferir norfloxacina. |
|
|
Compatível
com a amamentação. Alcanço
níveis maiores no leite que no plasma.
Risco de icterícia. Preferir o estearato
do
que o estolato de eritromicina.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis
sobre a excreção no leite.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Teoricamente pode
afetar a cartilagem de crescimento.
Preferir norfloxacina.
|
|
Metronizadol |
Uso
criterioso. Níveis no leite materno
semelhantes aos do soro. Pode dar gosto
amargo no leite. Os sintomas no bebê
incluem perda de apetite, vômitos e
ocasionalmente discrasias sangüíneas.
A
Academia Americano de Pediatria (1994)
sugere descontinuar a amamentação
por
12-24 horas para permitir a excreção
da droga quando usada em dose única de
2 (duas) gramas. Oriente a mãe a extrair
o seu leite com antecedência e estocar em
congelador para alimentar o bebê com copinha
neste intervalo.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Vide tetraciclina. |
|
|
Uso
criterioso em prematuros e crianças
com deficiência de G-6-PD. Risco de
icterícia e hemólise. Compatível
com a
amamentação em bebê à
termo.
|
|
|
Uso
criterioso. Baixo excreção no leite
materno. Teoricamente pode afetar a
cartilagem de crescimento.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Baixa excreção no leite.
Desloca a bilirrubina da albumina em
recém-nascido, aumentando o risco de
icterícia, e pode afetar o desenvolvimento
da cartilagem de crescimento. Preferir
norfloxacina.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Absorção insignificante pelo lactente.
Vide tetraciclina.
|
|
|
Uso
criterioso. Preferir norfloxacina. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatíveis
com a amamentação.
Atingem baixos níveis no leite materno.
Apesar de serem contra-indicadas para
gestantes, bebês e crianças, devido
à
associação com manchas dentárias
e
inibição do crescimento ósseo,
a
Americana de Pediatria
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Excretada em baixas concentrações
no
leite materno.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Não
é absorvida quando usado por via oral.
|
2.
DROGAS ANTIFÚNGICAS
ORIENTAÇÃO
GERAL: nas formas de creme ou pomada, são sempre
compatíveis com a amamentação.
Nas demais formas vide comentários.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Preferir fluconazol. |
|
|
Compatível
com o amamentação sob a
forma de creme e pomada. Pequena
quantidade é absorvida sistemicamente.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Compatível
com a amamentação. Não
é excretada no leite materno.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses usuais.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Não
é excretada no leite materno. E pouco
absorvida no trato gastrintestinal.
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|
|
Compatível
com a amamentação.
Absorção insignificante.
|
|
|
Uso
criterioso. Excretada no leite. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
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Compatível
com a amamentação. Baixa
absorção sistêmica.
|
3.
DROGAS ANTIVIRAIS
|
|
Compatível
com a amamentação.
Concentrações significativas no
leite
materno após administração
sistêmica.
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|
|
Uso
criterioso. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. |
|
|
Uso
criterioso. |
|
|
Compatível
com a amamentação. É
possível que torne o gosto do leite
materno desagradável.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
4.
DROGAS ANTIPARASITÁRIAS
(a)
DROGAS ANTIAMEBÍASE E ANTIGIARDÍASE
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Níveis no leite materno
semelhantes aos do soro. Pode dar gosto
amargo no leite. Os sintomas no bebê
incluem perda de apetite, vômitos e
ocasionalmente discrasias sangüíneas.
A
Academia Americana de Pediatria (1994)
sugere descontinuar a amamentação
por
12-24 horas para permitir a excreção
da
droga quando usada em dose única de
2 (duas) gramas. Oriente a mãe a extrair
o seu leite com antecedência, e estocar
em congelador paro alimentar o bebê
com copinho neste intervalo.
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Vide metronidazol. |
(b)
DROGAS ANTILEISHMANIOSE
|
Anfotericina
B |
Compatível
com a amamentação |
|
|
Compatível
com a amamentação. O
recém-nascido e o lactente não ficam
expostos a níveis tóxicos de antimônio
pentavalente pois, o nível absoluto
máximo encontrado no leite, materno
foi de 3-5µm/ml.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Quantidades insignificantes
no leite materno. |
(c)
DROGAS ANTIMALÁRIA
ORIENTAÇÃO
GERAL: o uso de drogas antimaláricas deve ser
criterioso principalmente se o bebê for prematuro,
tiver menos de 1 mês de idade, ou naqueles com
deficiência de G-6-PD. Observar o bebê para
icterícia e hemólise. Quando houver necessidade
do uso de sulfonamidas, tetraciclinas ou clindamicina,
considerar o descrito no tem antibióticos.
|
Uso
criterioso. Excretada no leite materno. |
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
Clindamicina
|
Uso
criterioso. Vide outros antiinfecciosos. |
|
Uso
criterioso. Excretada no leite materno. |
|
Uso
criterioso. Excretada no leite
materno (3 a 4% da dose). Meia vida
longa (14 a 18 dias).
|
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Excretada no leite
materno em quantidades significativas.
Evite o uso concomitante no lactente de
outro antagonista de folatos.
|
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. |
|
Uso
criterioso. Excretada no leite materno. |
|
Uso
criterioso. Vide antibióticos. |
Tetraciclinas
|
Compatível
com a amamentação. Vide
antibióticos.
|
(d) DROGAS ANTITRYPANOSSOMA
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis.
É um derivado nitroimidazólico.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
(e) ANTI-HELMÍNTICOS
(e) 1. ANTI-HELMÍNTICOS INTESTINAIS
ORIENTAÇÃO GERAL: os dados sobre o uso
destas drogas na mãe que amamenta são
insuficientes. Entretanto, atuam principalmente no sistema
intestinal da mãe e são pouco absorvidos
sistemicamente. São considerados compatíveis
com a amamentação, segundo a 8º Lista
Básica de Medicamentos do OMS (1 995).
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Derivado do tiabendazol.
Não há dados disponíveis.
|
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. Pode
ser absorvido pelo trato gastrintestinal
materno. Recomenda-se cautela.
|
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
(e) 2. DROGAS ANTIFILÁRIA
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis.
Entretanto, é um derivado da piperazina,
droga compatível com a amamentação.
|
(e) 3. DROGAS ANTIESQUISTOSSOMOSE
| |
Compatível
com a amamentação. |
| Praziquantel
|
Compatível
com a amamentação. |
5. DROGAS CONTRA TUBERCULOSE
ORIENTAÇÃO GERAL: o bacilo de Koch não
passa para o leite materno. A transmissão usualmente
se faz pela inalação de gotículas
produzidas nas vias aéreas superiores. No caso
de mãe bacilífera (não tratada
ou com tratamento inferior a 3 semanas antes do nascimento
da criança), diminuir o contato íntimo
mãe-filho, até que ela se torne não-contagiante.
Amamentar de máscara ou similar. Não há
relato de efeitos adversos com as drogas usadas nos
esquemas de rotina para o tratamento da tuberculose.
|
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
Cicloserina |
Compatível
com a amamentação.
Pequenas concentrações no leite
materno.
Vide outros antiinfecciosos.
|
Ciprofloxacina |
Uso
criterioso. Vide outros antiinfecciosos. |
Claritromicina
|
Uso
criterioso. Vide outros antiinfecciosos. |
|
Uso
criterioso. Vide drogas antilepra. |
Estreptomicina |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno. Escassa
absorção gastrointestinal. Possibilidade
de alteração da flora intestinal. |
|
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em baixas
concentrações.
|
|
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
|
Compatível
com a amamentação.
Substancial excreção no leite materno,
contudo sem relatos de efeitos adversos.
Observe o bebê para sinais e sintomas
de neurite periférica e hepatite.
|
Kanomicina |
Vide
antibióticos. |
Ofloxocina |
Uso
criterioso. Vide outros antiinfecciosos. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Compatível
com a amamentação.
Concentrações muito baixas no leite
materno. Concentração máxima
no
plasma da mãe em 2 horas.
|
|
Compatível
com a amamentação.
Concentrações muito baixas no leite
materno.
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
6. DROGAS CONTRA-HANSENIASE (ANTILEPRA)
|
|
Contra-indicada
na amamentação.
Excretada no leite materno. Risco potencial de
hipertensão, nefrotoxicidade e doenças
malignas no lactente.
|
|
Clofazimina
|
Uso
criterioso. Excretada no leite
materno, podendo resultar em rubor e
hiperpigmentação da pele do bebê,
que
é reversível com a suspensão
da droga.
|
|
|
Uso
criterioso. Excreção pouco
significativa no leite materno, mas
observe o bebê para hemólise e icterícia,
sobretudo se for recém-nascido.
|
|
Minociclina
|
Compatível
com a amamentação. Vide
outros antiinfecciosos.
|
|
Ofloxacina |
Uso
criterioso. Vide outros antiinfecciosos. |
|
|
Uso
criterioso. É excretada no leite
materno, em pequenas quantidades.
Dados insuficientes.
|
|
Rifampicina
|
Compatível
com a amamentação. Vide
drogas contratuberculose.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis
sobre passagem para o leite materno.
|
VII. ANTÍDOTOS E OUTRAS SUBSTÂNCIAS USADAS
EM ENVENENAMENTOS
1. GERAL
|
Compatível
com a amamentação |
|
Compatível
com a amamentação |
2. ESPECÍFICOS
|
|
Compatível
com a amamentação. Vide
drogas antiespasmódicas.
|
|
|
Uso
criterioso. Evitar especialmente em
bebês menores de 1 mês e nos prematuros.
Observar para efeitos colaterais como hemólise
e icterícia nos casos de deficiência
de G-6-PD.
|
|
|
Uso
critérios Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis.
Evitar se possível, principalmente em
bebês prematuros, menores de 1 mês
de
vida ou com deficiência de G-6-PD.
Observar o bebê para efeitos colaterais
como hemólise e icterícia.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
VIII. ANTINEOPLÁSICOS E IMUNOSSUPRESSORES
1. DROGAS IMUNOSSUPRESSORAS
| Azotioprina
|
Contra-indicada
na amamentação. |
| Ciclosporina
|
Contra-indicada
na amamentação. |
2. DROGAS CITOTÓXICAS
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
|
Contra-indicada
na amamentação. |
IX. ANTISSÉPTICOS E DESINFETANTES
1. ANTISSÉPTICOS
ORIENTAÇÃO GERAL: substâncias para
uso tópico que contêm iodo devem ser usadas
com cautela durante a lactação, porque
o iodo pode ser absorvido e concentrado no leite materno,
atingindo níveis que são tóxicos
para o bebê.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Uso
criterioso. Pode aumentar os níveis
de iodo no leite materno e alterar a
concentração neonatal de hormônio
tireoestimulante-TSH.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. |
2. DESINFETANTES
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
X. DIURÉTICOS
ORIENTAÇÃO GERAL: a maior parte dos diuréticos
são ácidos fracos, que passam pouco para
o leite materno. Entretanto, em doses elevadas e por
tempo prolongado, podem reduzir a produção
de leite.
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação.
Pode inibir a lactação.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
XI. DROGAS CARDIOVASCULARES
ORIENTAÇÃO GERAL:
1. BETABLOQUEADORES: segundo o British
Joint Formulary Committee (1998-99), os betabloqueadores
e o labetalol (alfa e betabloqueador) são excretados
no leite materno em pequenas concentrações
que dificilmente afetam a criança. Entretanto,
deve-se monitorar o lactente pela possibilidade de toxicicade.
Acebutalol, atenolol, metoprolol, nadolol e sotalol
são excretados em maior quantidade. Recomenda-se
monitorar a criança para bradicardia, hipotensão
e cianose, além de maior cuidado nos lactentes
com função hepática e renal comprometida.
2. DIURÉTICOS: são relativamente
seguros, mas podem potencialmente causar desidratação
no lactente. A maior parte dos diuréticos são
ácidos fracos que passam pouco para o leite materno.
Entretanto, em doses elevadas e por tempo prolongado,
podem reduzir a produção de leite.
|
Ácido acetil salicílico |
Compatível
com a amamentação em
pequenas doses. Vide analgésicos.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Contra-indicada
na amamentação pelo
risco de liberação de grande quantidade
de iodo e pela sua eliminação lenta
(meia vida de 20 a 11 8 dias).
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis.
Droga não absorvida pelo trato
gastrintestinal.
|
| |
Uso
criterioso. Se o bebê é prematuro
ou
tem menos de 1 mês de vida, monitore
para efeitos colaterais.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno.
|
| |
Uso
criterioso. No há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em
quantidades significativas, porém sem
efeitos adversos conhecidos.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em baixas
concentrações, sem efeitos adversos
conhecidos.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno sem efeitos
adversos conhecidos.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Não
se detecta no leite materno.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno sem efeitos
Adversos conhecidos.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno sem efeitos
adversos conhecidos.
|
| Hidroclorotiazida |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação. Para
uso prolongado e doses elevadas,
monitore o bebê para efeitos colaterais.
|
| Lidocaina
|
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno em baixas
concentrações.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em
quantidades significativas, porém sem
efeitos adversos conhecidos.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno sem efeitos
adversos conhecidos.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretado no leite materno em
quantidades significativas, porém sem
efeitos adversos conhecidos.
|
Mononitrato
de isosorbida |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Uso
criterioso, especialmente se o bebê
é prematuro ou tem menos de 1 mês
de
vida. Monitore o bebê para efeitos
colaterais.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno em baixas
concentrações (menos de 5% da dose
terapêutica)
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Uso
criterioso. Se o bebê é prematuro
ou tem menos de 1 mês de vida,
monitore para efeitos colaterais.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Entretanto, os dados sobre efeitos do
uso prolongado são insuficientes.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Para
uso prolongado e doses elevadas,
monitore o bebê para efeitos colaterais
como bradicardia, hipoglicemia e
cianose.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno em
quantidades significativas.
|
| |
Uso
criterioso. Excretada no leite materno.
Pode causar congestão nasal no lactente.
|
| |
Uso
criterioso. Se o bebê é prematuro
ou
tem menos de 1 mês de vida, monitore
para efeitos colaterais.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
XII. DROGAS PARA O APARELHO RESPIRATÓRIO
1. ANTIASMÁTICOS
Acetonida
de triancinolona |
Compatível
com a amamentação. Vide
corticoesteróides.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Destruído no tubo digestivo do recém
nascido.
|
| |
Uso
criterioso. É compatível com a
amamentação em doses habituais por
curto período. Atinge concentrações
no
leite materno entre 6,7 e 20% da dose
terapêutica do recém-nascido. Observar
irritabilidade, náuseas e vômitos.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Pouco
absorvido, atinge níveis sangüíneos
muito
baixos.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Vide
corticoesteróides.
|
| Cetotifeno
|
Uso
criterioso. Vide anti-histamínicos. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Atinge baixas concentrações no plasma
materno (absorção de 10% ou menos
da dose inalada).
|
Dipropionato
de beclomelasona |
Compatível com a amamentação.
Vide
corticoesteróides.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno,
sobretudo no caso de preparados para
inalação.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Vide
corticoesteróides.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Quantidades desprezíveis no leite
materno.
|
Propionato
de fluticasona |
Compatível
com a amamentação. Vide
corticoesteróides.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno,
sobretudo no caso de preparados para
inalação.
|
| |
Uso
criterioso por dados insuficientes.
Entretanto , atinge baixas concentrações
no plasma materno.
|
| |
Uso
criterioso. É compatível com a
amamentação em doses habituais por
curto período. Atinge concentrações
no
leite materno entre 6,7 e 20% da dose
terapêutica do recém-nascido. Observar
irritabilidade, náuseas e vômitos.
|
| |
Compatível
com a amamentação. Baixas
concentrações no leite materno sobretudo
no caso de preparados para inalação.
|
2. OUTRAS DROGAS
Acebrofilina
ou teofilinato de ambroxol |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Codeína
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Monitorizar para sedação.
|
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Monitorizar para sedação.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Observar agitação,
distúrbios do sono e irritabilidade.
|
Expectorantes
/Mucolíticos |
Compatíveis
com a amamentação.
Exceto iodeto de potássio.
|
|
|
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
|
Fenilefrina
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Pode levar a acúmulo de
iodo no leite materno e afetar a função
tireoidiana do recém-nascido.
|
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
|
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno.
|
XIII. DROGAS DE AÇÃO GASTRINTESTINAL
1. ANTIÁCIDOS E OUTRAS DROGAS ANTIULCEROSAS
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. É
excretada no leite materno, tendo sido
observadas concentrações superiores
às
do asma materno. Teoricamente pode
determinar estimulação do SNC e
suprimir a atividade gástrica do lactente.
Estes efeitos não foram relatados. A
Academia Americana de Pediatria
(1994) inclui na lista de drogas
compatíveis com a amamentação.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
|
Compatível
com a amamentação.
Teoricamente pode diminuir a atividade
gástrica do lactente, mas ainda não
foi
descrito.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
2. DROGAS ANTIEMÉTICAS
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação, por
curto período de tratamento.
|
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível na amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Seguro por curto período de tratamento.
Evitar uso prolongado. Observar sedação
e efeitos extrapiramidais no lactente.
Aumenta a produção de leite.
|
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
3. DROGAS ANTIESPASMÓDICAS
Atropina
|
Compatível
com a amamentação.
Passa para o leite materno. Observar o
bebê para constipação, taquicardia,
elevação da temperatura, distúrbios
do
SNC e retenção urinária.
Pode diminuir
a produção de leite.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Homatropina
|
Compatível
com a amamentação. |
4. DROGAS CATÁRTICAS (LAXANTES)
ORIENTAÇÃO GERAL: são drogas habitualmente
usadas na puérpera. É possível
aliviar a constipação sem recorrer a laxantes.
Preferir medidas dietéticos, e se necessário
usar os laxantes formadores de massa (de origem vegetal)
ou os lubrificantes. Evitar o uso dos laxantes estimulantes
e salinos, irritantes da mucosa intestinal, porque aumentam
a peristalse intestinal com inibição da
reabsorção de água no intestino.
Podem afetar a função intestinal da criança.
(a) LAXANTES DE ORIGEM VEGETAL (FORMADORES DE MASSA)
ORIENTAÇÃO
GERAL: são os mais seguros. Durante seu uso recomenda-se
tomar quantidade substancial de líquido.
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Carmelose
(carboximetilcelulose) |
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Mucilóide
hidrofílico de psílio |
Compatível
com a amamentação. |
(b) LAXANTES ESTIMULANTES
ORIENTÇÃO GERAL: também conhecidos
como laxantes de contato. Podem afetar a função
intestinal da criança.
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso. Pode ser excretada no leite materno |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso. Pode ser excretada no leite materno |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
|
Uso criterioso |
(c) LAXANTES LUBRIFICANTES
ORIENTAÇÃO GERAL: são preferíveis
em relação aos estimulantes e salinos.
Recomenda-se o aumento da ingestão de líquidos.
Óleo mineral
Compatível com a amamentação.
(d) LAXANTES SALINOS
ORIENTAÇÃO GERAL: são preferíveis
em relação aos estimulantes e salinos.
Recomenda-se o aumento da ingestão de líquidos.
Álcoois
poliídricos (sorbitol) |
Uso
criterioso. |
| |
Uso
criterioso. Podem ser excretados no
leite materno.
|
| |
Uso
criterioso. |
XIV. DROGAS QUE ATUAM NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
1. ANTICONVULSIVANTES (ANTIEPILÉPTICOS)
ORIENTAÇÃO GERAL: são drogas de
uso criterioso quando em doses elevadas ou uso prolongado.
No lactente podem provocar sedação, sucção
fraca, ganho ponderal insuficiente. Relato de um caso
de metahemoglobinemia com fenobarbital e difenil-hidantoína.
1°ESCOLHA: se possível, preferir carbamazepina
ou ácido valpróico.
| |
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno.
Observe o bebê para efeitos colaterais como
icterícia.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais
como vômitos, icterícia, sonolência.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais
como depressão do SNC, apnéia.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses esporádicas.
|
Difenil-hidantoína
(Fenitoína) |
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais
como vômitos, tremores, cianose e sonolência.
|
| |
Uso
criterioso. Concentrações significativas
no leite materno. Monitorar o bebê para
efeitos colaterais como hiperexcitabilidade
e sonolência. Evite se possível.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Concentrações significativas no
leite
materno. Monitorar o bebê para efeitos
colaterais.
|
2. ANTIDEPRESSIVOS
ORIENTAÇÃO GERAL: são drogas de
uso criterioso quando em doses elevadas ou uso prolongado.
Sempre que possível, preferir os antidepressivos
de baixa concentração no leite materno.
Monitorar o bebê nos casos de uso prolongado,
pelo risco de efeito cumulativo.
1°ESCOLHA: se possível, preferir clomipramina.
| |
Uso
criterioso. Não há dados sobre
passagem para o leite materno. Risco
de inibir a prolactina. Observar
sonolência e efeitos anticolinérgicos,
sobretudo em tratamentos prolongados.
|
| |
Compatível
até 150 mg/dia. É excretada
no leite materno, mas não foi detectada
no
soro do recém-nascido. Estima-se no leite
cerca de 1 % da dose materna. Observar
sonolência e efeitos anticolinérgicos,
sobretudo em tratamentos prolongados.
|
| |
Uso criterioso.
Observar efeitos colaterais
como inquietação, fraqueza e hipotermia.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Baixas concentrações
no leite materno.
|
| |
Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite materno em baixas
concentrações. Até o momento
nenhuma
evidência de acúmulo em lactentes
foi
detectada em exposição prolongada.
|
| |
Uso
criterioso. Metabólito da imipramina.
Observar sonolência e efeitos
anticolinérgicos, sobretudo em tratamentos
prolongados.
|
| |
Uso
criterioso. Deve ser evitada. O
acúmulo de seus metabólitos pode
causar
sedação e depressão respiratória
no
lactente.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Concentrações
significativas no leite materno.
|
| |
Uso criterioso. Baixas concentrações
no
leite materno. Observar sonolência e
efeitos anticolinérgicos, sobretudo em
tratamentos prolongados.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Excretada no leite
materno em baixas quantidades.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Baixas concentrações
no
leite materno.
|
| |
Uso
criterioso. Sem dados sobre passagem
para o leite materno.
|
| |
Compatível com a amamentação
em
doses habituais. Baixas quantidades no
leite materno. Pode estimular a produção
de prolactina.
|
| |
Uso
criterioso. Alta ligação protéica
(99%). Excreção no leite materno
em
animais. Ainda não há dados seguros
disponíveis.
|
| |
Compatível.
Metabólito da amitriptilina.
Excretada em baixas concentrações
no
leite materno. Até o momento nenhuma
evidência de acúmulo em lactentes
foi
detectada, em exposição prolongada.
|
| |
Uso criterioso. Concentrações no
leite
materno semelhantes às do plasma.
|
| |
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Baixas concentrações
no
leite materno.
|
|
Uso
criterioso. Sem dados disponíveis
sobre a passagem para o leite materno.
|
3. ANTIPSICÓTICOS
ORIENTAÇÃO GERAL: são drogas de
uso criterioso quando em doses elevadas ou uso prolongado.
Podem provocar sonolência e letargia no lactente.
|
Uso
criterioso. Estimula a produção
de
prolactina podendo provocar galactorréia.
Sem dados disponíveis sobre a passagem
para o leite materno. Observe o bebê.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Uso
criterioso. Monitorize o bebê. |
|
Compatível com a amamentação
em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Uso
criterioso. Estimula a produção
de prolactina podendo provocar galactorréia.
Sem dados disponíveis sobre a passagem
para o leite materno. Observe o bebê. |
|
Compatível
com a amamentação em doses habituais.
Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Uso
criterioso. Estimula a produção
de
prolactina podendo provocar galactorréia.
Sem dados disponíveis sobre a passagem
para o leite materno. Observe o bebê.
|
|
Uso
criterioso. Concentrações significativas
no leite materno. Estimula a produção
de prolactina podendo provocar galactorréia.
Observe o bebê. |
|
Uso
criterioso. Estimula a produção
de
prolactina podendo provocar galactorréia.
Sem dados disponíveis sobre a passagem
para o leite materno. Observe o bebê.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
|
Compatível
com a amamentação em
doses habituais. Observe o bebê para
sonolência e letargia.
|
4. DROGAS ANTIPARKINSONIANAS
|
Amantadina
|
Uso
criterioso. Evitar se possível. Pode
inibir a lactação.
|
|
|
Uso
criterioso. Evitar se possível. Pode
inibir a lactação.
|
|
|
Uso
criterioso. Evitar se possível. Pode
inibir a lactação.
|
5. DROGAS CONTRA ENXAQUECA
| Ácido
acetil salicílico |
Compatível
com a amamentação em
doses ocasionais. Evitar uso prolongado.
Monitorizar para anemia hemolítica,
sangramento e acidose metabólica.
|
| Dipirona
|
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Evite se possível. Pode
causar ergotismo (vômitos, diarréia,
convulsões) e suprimir a lactação.
Nos
preparados comerciais geralmente está
associada com cafeína, analgésico
e
anti-emético.
|
| |
Uso
criterioso. Evitar se possível. |
| Paracetamol
|
Compatível
com a amamentação. |
| Propanolol
|
Compatível
com a amamentação.
Monitorizar o bebê para efeitos colaterais
como bradicardia, cianose e hipoglicemia.
|
| |
Uso
criterioso. Excretada no leite
materno. Evitar se possível. Se for utilizada
suspenda o aleitamento por 24 horas.
|
6. SEDATIVOS E HIPNÓTICOS
ORIENTAÇÃO GERAL: Constituem o grupo dos
benzodiazepínicos. São drogas de uso criterioso
quando em doses elevadas ou uso prolongado. No lactente
podem provocar sedação, sucção
fraca, ganho ponderal insuficiente e letargia. Evitar
doses repetidas.
1°
ESCOLHA: Se possível, preferir oxazepam ou lorazepam
por serem de curta duração.
|
|
Compatível
com a amamentação. Meia
vida curta a intermediária. Em doses
repetidas o acúmulo é mínimo.
Observar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Observar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
Clonazepam
|
Compatível
com a amamentação. Ver
anticonvulsivantes.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
|
Compatível com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
Diazepam
|
Compatível
com a amamentação. Ver
anticonvulsivantes.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Preferível por ter meia vida curta. Monitorar
o bebê para possíveis efeitos colaterais.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Monitorar o bebê para efeitos colaterais.
|
|
|
Compatível
com a amamentação.
Preferível por ter meia vida curta. Monitorar
o bebê para possíveis efeitos colaterais.
|
XV.
DROGAS HEMAT0LOGICAS E PRODUTOS DO SANGUE
1.
DROGAS ANTIANÊMICAS
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Quelato
de glicinato de ferro |
Compatível
com a amamentação. |
Sacarato
de óxido ferroso |
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
2.
DROGAS QUE AFETAM A COAGULAÇÃO
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno.
|
| |
Uso
criterioso. Excretado no leite materno. |
| |
Contra-indicada
na amamentação.
Risco de hemorragia no recém-nascido.
A maior via de excreção é
leite materno.
|
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Compatível
com a amamentação. |
| |
Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
| |
Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno.
|
3.
SUBSTITUTOS DO PLASMA E FRAÇÕES PLASMÁTICAS
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Concentrado
de complexo de fator IX |
Compatível
com a amamentação. |
Concentrado
de fator VIII |
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
XVI.
HORMÔNIOS E ANTAGONISTAS
1.
HORMÔNIOS ADRENAIS, CONGÊNERES E SINTÉTICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: os corticosteróides usados por curta duração
são geralmente compatíveis com a amamentação
se utilizados até 50 mg/dia de equivalência
à prednisona ou prednisolona. Entretanto, como
terapia de longo prazo, a dose deve ser inferior a 10mg/dia
de equivalência à prednisona ou prednisolona.
Se inalados e usados a longo prazo, a dose máxima
não deve exceder a 50mg/dia de equivalência
à prednisona ou prednisolona.
Nota:
Tabela de equivalência das doses antiinflamatórias
de glicocorticóides:
DROGA
|
DOSE |
Betametasona |
0,75 |
|
25 |
|
0,75 |
|
20 |
Metilprednisolona
|
4 |
|
5 |
Prednisona |
5 |
Triancinolona |
4 |
(a)
CORTICOSTERÓIDES
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
Budesonida
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
Dexametasona
|
Compatível
com a amamentação. |
Flunisolida |
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Compatível
com a amamentação. |
Hidrocortisona
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
Compatível
com a amamentação. |
|
|
Contra-indicados
durante amamentação.
Podem desencadear masculinização
em
meninas e desenvolvimento precoce em
meninos. Altas doses podem suprimir a
lactação.
|
2.
HIPOGLICEMIANTES ORAIS, INSULINA E ANÁLOGOS
(a)
HIPOGLICEMIANTES ORAIS
ORIENTAÇÃO
GERAL: podem passar para o leite materno. Monitorar
criteriosamente o bebê para reações
de hipersensibilidade generalizada, reações
dermatológicas, náuseas, vômitos,
icterícia colestática, agranulocitose,
anemias aplásica e hemolítica.
| |
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
| |
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
| |
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
| |
Uso
criterioso. Dados insuficientes. |
|
Compatível
com a amamentação. Não
passa para o leite materno.
|
3.
HORMÔNIOS TIREQIDIANOS E DROGAS ANTITIREQIDIANAS:
|
|
Uso
criterioso. As concentrações no
leite
materno podem ser suficientes para
afetar a função tireoidiana do lactente.
Monitorar o lactente para evitar
hipotireoidismo.
|
|
|
Compatível
com a amamentação. Não
passa para o leite materno.
|
|
|
Uso
criterioso. Monitorar o lactente para
evitar hipotireoidismo.
|
|
|
Uso criterioso. É considerada a droga
mais segura, pelas baixas concentrações
no leite materno. Recomenda-se não
exceder a dose de 150mg/dia. Monitorar
o lactente para evitar hipotireoidismo.
|
4.
CONTRACEPTIVOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: dentre os métodos hormonais, aqueles somente
com progestogênio devem ser preferidos, sobretudo
os injetáveis e implantes, por sua eficácia
na contracepção, sem interferir com o
aleitamento.
| |
Compatíveis
com a amamentação. A
nutriz pode usar a camisinha feminina, os
espermaticidas e o diafragma. A camisinha, o diafragma
e os espermaticidas (nonoxynol-9 e octoxynol-9)
podem ser usados em qualquer período do
pós-parto, pois não interferem na
lactação.
|
(b)
DISPOSITIVO INTRA-UTERINO (DIU) |
Compatível
com a amamentação.
Inclusive o que contêm progestogênio.
|
(c)
ACETATO DE MEDROXIPROGESTERONA |
Compatível
com a amamentação. Recomenda-se
que seu uso seja postergado até a 6ª
semana de pós-parto, aguardando que o sistema
hepático da criança esteja mais
desenvolvido, principalmente em recém-nascidos
prematuros. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
(f)
NORETISTERONA (NORETINDRONA) |
Compatível
com a amamentação. |
(g)
ANTICONCEPCIONAL HORMONAL
COMBINADO
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Contra-indicado
na amamentação. O
componente estrogênico diminui a
produção de leite materno. Entretanto,
a partir do 6° mês este efeito é
reduzido.
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5.
OCITÓCICOS E ANTIOCITÓCICOS
(a)
OCITÓCICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: estimulam a motilidade uterina.
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Uso
criterioso. Pode causar ergotismo
(vômitos, diarréia e convulsões).
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Contra-indicado
na amamentação. Dados
insuficientes.
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Contra-indicado
na amamentação. Dados
insuficientes.
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Uso
criterioso. O uso prolongado pode
causar dependência quanto ao reflexo
de ocitocina da mãe.
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(b)
ANTIOCITÓCICOS
ORIENTAÇÃO
GERAL: inibem a motilidade uterina.
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Uso
criterioso. Excretada no leite materno
em quantidades significativas. Foi
relatado um caso de convulsão no bebê.
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Uso
criterioso. Dados insuficientes.
Monitorar o bebê.
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Salbutamol
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Compatível
com a amamentação. Baixas
concentrações no leite materno,
sobretudo
no caso de preparados para inalação.
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Uso
criterioso. Dados insuficientes.
Monitorar o bebê.
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6.
OUTROS ANTAGONISTAS HORMONAIS
ORIENTAÇÃO
GERAL: suprimem a lactação.
XVII.
PREPARAÇÕES PARA A PELE E MUCOSAS
ORIENTAÇÃO
GERAL: preparações tópicas geralmente
não são excretadas no leite materno em
quantidades significativas.
1.
ESCABICIDAS / PEDICULICIDAS
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Contra-indicada
durante a amamentação. |
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Contra-indicada
durante a amamentação. |
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Contra-indicada
durante a amamentação. |
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Contra-indicada
durante a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação.
Praticamente não tem absorção
sistêmica. É um irritante primário.
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Compatível
com a amamentação.
Praticamente não é absorvida.
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Compatível
com a amamentação. Não
é absorvido.
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Uso
criterioso. Não há dados disponíveis. |
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Uso
criterioso. É excretado no leite
materno. Significativa absorção
sistêmica.
Há relatos de neurotoxicidade.
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Uso
criterioso. Significativa absorção
sistêmica. Pode ser usado em recém-
nascidos.
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Compatível
com a amamentação.
Baixa absorção sistêmica.
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Tiabendazol
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Compatível
com a amamentação. O
uso tópico não está relacionado
a
grandes efeitos colaterais.
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2.
DROGAS ANTIFÚNGICAS
Ácido
benzóico + ácido salicílico
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Compatível
com a amamentação. |
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Cetoconazol
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Cetoconazol
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Clortrimazol
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Compatível
com a amamentação. |
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Fluconazol
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Compatível
com a amamentação. |
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Isoconazol
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Uso
criterioso. |
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Itraconazol
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Uso
criterioso. |
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Miconazol
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Compatível
com a amamentação. |
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Nistatina
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Terconazol
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Uso
criterioso. |
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Compatível
com a amamentação. |
3.
DROGAS ANTIINFECCIOSAS
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lodopovidona
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Uso
criterioso. Pode aumentar os níveis
de iodo no leite materno e alterar a
concentração neonatal do hormônio
tireoestimulante-TSH.
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Compatível
com a amamentação |
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Sulfadiazina
de prata |
Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
4.
DROGAS ANTIINFLAMATÓRIAS E ANTIPRURIGINOSAS
Corticoesteróides
tópicos |
Compatíveis
com a amamentação.
Preferir os de baixa dosagem,
especialmente quando usados na mama.
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Compatível
com a amamentação. |
5.
DROGAS ADSTRINGENTES
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Compatível
com a amamentação. |
6.
AGENTES QUERATOPLÁSTICOS E QUERATOLÍTICOS
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Compatível
com a amamentação. |
Ácido
tricloroacético - TCA |
Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
Fluoruracila
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Contra-indicada
na amamentação.
Vide drogas antineoplásicas.
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Compatível
com a amamentação. |
7.
AGENTES BLOQUEADORES ULTRAVIOLETAS
Ácido
p-aminobenzóico, fator de proteção
solar |
Compatível
com a amamentação. |
Benzofenonas
(fator de proteção solar) |
Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
XVIII.
VITAMINAS E MINERAIS
ORIENTAÇÃO
GERAL: as vitaminas quando usadas em doses superiores
às necessidades nutricionais passam a ser medicamentos,
com ação farmacológica cujos riscos
devem ser avaliados.
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Ácido
fólico |
Compatível
com a amamentação. |
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Nicotinamida Compatível
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Compatível com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. Doses
elevadas podem inibir a lactação.
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Compatível
com a amamentação. |
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Compatível
com a amamentação. Doses
elevadas podem causar hipercalcemia
no lactente.
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Compatível
com a amamentação.
Excretada no leite. Risco teórico de
toxicidade em lactentes cujos mães
tomem altas doses.
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Compatível
com a amamentação. |
XIX.
MISCELÂNEA
1.
DROGAS DE VÍCIO/ABUSO
ORIENTAÇÃO
GERAL: nenhuma droga ou substância que cause dependência
pode ser ingerida pelas mães lactantes, não
só pelos efeitos sobre a criança, mas
também pelos danos à saúde física
e emocional das mesmas. O álcool apesar de estar
aqui agrupado, em dose reduzida e esporádica,
é considerado compatível com a amamentação.
A AAP (1994) inclui as drogas abaixo relacionadas como
não recomendadas durante a amamentação.
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É
uma substância de rápida absorção,
atingindo níveis máximos em 15
minutos. Passa rapidamente do plasma
para o leite materno (geralmente de 30 a 60 minutos,
retardando até 90 minutos quando ingerido
com alimentos). Em doses elevadas pode causar
sonolência, letargia e alteração
no ganho ponderal. A ingestão materna de
1 g/kg diariamente, reduz o reflexo de ejeção
de leite por bolqueio na liberação
da ocitocina. Aconselha-se que após ingestão
de 1 a 2 doses, a mãe evite amamentar nas
próximas 2h, extraia o leite e despreze-o.
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Concentrações
significativas no leite
materno. Podem causar irritabilidade e
distúrbios do sono.
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Pode
provocar intoxicação cocaínica. |
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É
um potente alucinógeno. |
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Pode causar tremores, letargia, vômitos
e distúrbios do sono.
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Apresenta
riscos para a criança,
sobretudo como fumante passivo.
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É
excretada no leite materno. Pode
causar efeitos como vômitos, diarréia,
taquicardia, sonolência e choque. Pode
reduzir a produção de leite. O
consumo de mais de 10 cigarros/dia é
considerado tóxico para o lactente.
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2.
ALIMENTOS E AGENTES AMBIENTAIS
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Uso
criterioso, se a mãe ou o lactente
tem fenilcetonúria.
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Compatível
com a amamentação. A
cafeína pode acumular-se no leite. A
ingestão de 6 a 8 xícaras de qualquer
bebida com cafeína (incluídas as
bebidas
tipo cola), podem acumular excesso de
cafeína e causar insônia e hiperatividade
nos lactentes. A nicotina potencializa os
efeitos da cafeína.
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Compatível
com a amamentação.
Baixas concentrações no leite materno.
Entretanto em quantidades excessivas
(mais de 450g/dia) pode causar
irritabilidade ou aumento da peristalse
intestinal no lactente. Efeito acumulativo
quando tomado com café ou teofilina.
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DDT
(metabólitos dieldrin aldrin) e outros
inseticidas |
A
contaminação do leite por inseticidas,
tem sido exaustivamente estudada, sem relato de
efeitos adversos. Apenas em situações
excepcionais de intensa
exposição, deve tornar-se motivo
de preocupação.
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Compatível
com a amamentação.
Relato de sinais de deficiência de
vitamina B 12. Sugere-se complementar
a dieta da lactente com esta vitamina.
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Uso
criterioso. Não há dados, disponíveis. |
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Uso
criterioso. Há relato de rash
cutâneo, diarréia, vômitos,
urina escura
e neurotoxicidade.
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Uso
criterioso. É possível a contaminação
do leite a partir da lavagem do mamilo.
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Metais
pesados como mercúrio
cádmio, arsênico e chumbo
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Os
níveis desses metais no leite, são
sempre muito inferiores aos maternos e
não há relato de efeitos adversos.
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