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- Docente Enfª Mara Lúcia Silvestre
- COREN 37547
- Universidade Norte do Paraná
- mara.silvestre@unopar.br
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- A DSM-IV (APA, 1994 apud Townsend, 2002) descreve as características
essenciais desses distúrbios como uma alteração do humor, caracterizada
por uma síndrome maníaca ou depressiva integral ou parcial, que não pode
ser atribuída a um outro distúrbio mental. Os distúrbios afetivos são
classificados em duas categorias principais: distúrbios depressivos e
distúrbios bipolares.
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- 1.Teoria psicobiológica: Diversos fatores bioquímicos e genéticos estão
relacionados aos distúrbios de humor
- Alterações de neurotransmissores (norepinefrina, serotonina, dopamina).
- Fatores genéticos: tendência familiar, algumas evidências de ligação a
cromossomas no distúrbio bipolar.
- Fatores neuroendócrinos: aumento dos níveis de cortisol, diminuição dos
níveis de hormônios tireoideanos.
- Desequilíbrios eletrolíticos: aumento do sódio e cálcio
intracelulares.
Distúrbios do ritmo circadiano normal.
- Medicações: algumas medicações associadas aos distúrbios afetivos
incluem ansiolíticos, antipsicóticos, anti-hipertensivos,
anticonvulsivantes, bloqueadores dos canais de cálcio, esteróides.
- 2. Teoria psicanalítica (Freud): raiva internamente dirigida.
- Relação ambivalente com o objeto amado predispõe à internalização de
sentimentos negativos, devido ao medo de rejeição ou perda.
- Perda do objeto amado associa-se à raiva e agressividade autodirigidas,
ocasionando sentimentos negativos sobre si próprio.
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- 3. Teoria cognitiva (Beck): Criança desenvolve cognições negativas, que
levam à tríade cognitiva negativa
- Sentimentos negativos em relação a si mesmo: percepção de si mesmo como
não atraente, deficiente, derrotado, incompetente.
- Sentimentos negativos em relação ao mundo: percepção do ambiente
externo como exigente e inflexível.
- Sentimentos negativos em relação ao futuro: visto como sem esperança,
negativo, envolvendo fracasso.
- 4. Teoria comportamental do aprendizado (Seligman): teoria da impotência
aprendida.
- Passividade e falta de assertividade são recompensadas pelo ambiente.
- Ausência de reforço positivo leva a uma baixa produção comportamental e
a sentimentos de infelicidade.
- 5. Teoria de família
- Padrões familiares disfuncionais fazem com que o criança passe por um
estresse maior para atender às expectativas pouco racionais dos pais.
- 6. Modelo transacional
- Os distúrbios de humor ocorrem devido a interação de diversos fatores
bioquímicos, genéticos, vivenciais e comportamentais.
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- A. Cinco (ou mais) dos sintomas a seguir estiveram presentes pelo mesmo
período de 2 semanas e constituem uma mudança em relação ao
funcionamento anterior: pelo menos um dos sintomas é ou (1) humor
deprimido ou (2) perda de interesse ou prazer .
- Humor deprimido a maior parte do dia, praticamente todos os dias,
conforme indicado por relato subjetivo (p. ex. sentir-se triste ou
vazio) ou por observação feita por outros (p. ex. parece chorar com
freqüência). Nota: Em crianças e adolescentes o humor pode ser de
irritação.
- Diminuição acentuada do interesse ou prazer em todas, ou quase todas,
atividades a maior parte do dia, praticamente todos os dias (conforme
indicado por relato subjetivo ou observação feita por outros).
- Perda de peso significativa sem estar-se de dieta ou ganho de peso (p.
ex. uma alteração de mais de 5% do peso corporal num mês) ou diminuição
ou aumento do apetite praticamente todos os dias.
- Insônia ou hipersonia praticamente todos os dias.
- Agitação ou retardo psicomotor praticamente todos os dias
- Fadiga ou perda de energia praticamente todos os dias.
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- Sentimentos de menos valia ou culpa excessiva ou inadequada
praticamente todos os dias
- Menor capacidade de pensar ou de se concentrar ou indecisão,
praticamente todos os dias
- Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida recorrente sem um
plano específico ou uma tentativa de suicídio ou plano específico para
cometer suicídio.
- B. Nunca houve um episódio maníaco, um episódio misto ou um episódio
hipomaníaco que não fosse induzido por drogas ou tratamentos ou devido
aos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral.
- C. Os sintomas causam um sofrimento ou distúrbio clinicamente
significativo no funcionamento social, ocupacional ou outros áreas
importantes do funcionamento.
- D. Os sintomas não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma
droga ou a uma condição médica geral.
- E. Os sintomas não são melhor explicados por luto.
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- A. Um período distinto de humor anormal e persistente elevado, expansivo
ou irritável, durando 1 semana
- B. Durante o período de distúrbio do humor, três (ou mais) dos sintomas
seguintes persistiram (quatro se o humor for apenas de irritação) e
estiveram presentes em grau significativo:
- Auto-estima aumentada ou grandiosidade
- Menor necessidade de sono.
- Mais falante que o habitual ou pressão a se manter falando.
- Fuga de idéias ou vivência subjetiva de pensamento rápido
- Distraibilidade.
- Aumento na atividade dirigida a objetivos ou agitação psicomotora
- Envolvimento excessivo em atividades prazerosas que têm um grande
potencial de conseqüência dolorosas
- C. O distúrbio do humor é suficientemente grave para causar um distúrbio
acentuado no funcionamento ocupacional ou nas atividades sociais
habituais ou relações com os
outros, ou para tornar necessária a hospitalização para evitar danos a
si mesmo ou aos outros, ou há características psicóticas.
- D. Os sintomas não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma
droga ou uma condição médica geral.
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- A. Humor deprimido na maior parte do dia, mais freqüentemente presente
que ausente, conforme indicado por relato subjetivo ou observação dos
outros, há pelo menos 2 anos.
- B. Presença enquanto deprimido de dois (ou mais) dos seguintes:
- Falta de apetite ou ingestão alimentar excessiva
- Insônia ou hipersonia
- Pouca energia ou fadiga
- Baixa auto-estima
- Dificuldade de concentração ou de tomar decisões
- Sentimentos de desespero
- C. Durante o período de 2 anos do distúrbio, a pessoa nunca esteve sem
os sintomas de A e B por mais de 2 meses de cada vez
- D. Nenhum distúrbio depressivo maior esteve presente durante os 2
primeiros anos do distúrbio.
- E. Nunca houve um episódio maníaco, misto ou hipomaníaco e nunca foram
satisfeitos os critérios para distúrbio ciclotímico
- F. O distúrbio não ocorre exclusivamente no decorrer de um distúrbio
psicótico crônico, como esquizofrenia ou distúrbio delirante.
- G. Os sintomas não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma
droga ou uma condição médica geral
- H. Os sintomas causam um sofrimento ou distúrbio clinicamente
significativo no funcionamento social, ocupacional ou outros áreas
importantes do funcionamento.
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- A. Durante pelo menos 2 ano, a presença de numerosos períodos com
sintomas hipomaníacos e numerosos períodos com sintomas depressivos que
não satisfazem os critérios para distúrbio depressivo maior.
- B. Durante o período de 2 anos, a pessoa não ficou sem os sintomas do
critério A por mais de 2 meses de cada vez.
- C. Nenhum episódio depressivo maior, episódio maníaco ou episódio misto
esteve presente durante os 2 primeiros anos do distúrbio.
- D. Os sintomas do critério A não são melhor explicados por um distúrbio
esquizoafetivo e não se superpõem a esquizofrenia, distúrbio
esquizofreniforme, distúrbio delirante ou distúrbio psicótico não
especificado de outro modo.
- E. Os sintomas não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma
droga ou uma condição médica geral
- F. Os sintomas causam um sofrimento ou distúrbio clinicamente
significativo no funcionamento social, ocupacional ou outros áreas
importantes do funcionamento.
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- Histórico de Enfermagem
- 1.Note as respostas fisiológicas, cognitivas, emocionais e
comportamentais características do indivíduo com um distúrbio do humor
- 2.Avalie a letalidade do comportamento suicida do indivíduo
- Estabeleça a intenção do cliente (tentar obter alívio do estresse,
vingar-se de um ente querido)
- Avalie o plano de suicídio: o cliente tem um plano organizado e os
meios para executá-lo?
- Explore o estado mental: identifique a presença de qualquer distúrbio
do pensamento, ansiedade, humor.
- Reveja os sistemas de apoio: estabeleça a disponibilidade de entes
queridos.
- Reveja os estressores atuais afetando o cliente.
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- Diagnósticos de Enfermagem
- 1. Analise o humor predominante, o nível de ansiedade, o grau de
auto-estima e a gravidade dos sintomas do cliente individual.
- 2. Determine o risco de suicídio do cliente, levando em conta o fato de
que clientes com distúrbios do humor têm um risco maior de suicídio. O
suicídio é a mais provável quando o cliente está entrando em depressão
ou saindo dela.
- 3. Analise os estressores que afetam o cliente no momento, tendo em
mente que perdas recentes, doenças crônicas, cirurgia, parto, perda da
segurança financeira e perda da posição na comunidade aumentam o risco
de suicídio.
- 4. Estabeleça diagnósticos de enfermagem individualizados para o caso
de cliente com um distúrbio depressivo.
- 5. Estabeleça diagnósticos de enfermagem individualizados para o caso
de um cliente portador do distúrbio bipolar.
- 6. Estabeleça diagnósticos de enfermagem individualizados para o caso
de um cliente com comportamento suicida.
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- Prescrição
- 1. Coopere com o paciente no estabelecimento de metas realistas.
- 2. Estabeleça os critérios para a evolução final desejada no caso de
clientes com um distúrbio depressivo:
- O cliente fará refeições nutritivas e normais três vezes por dia, para
prevenir a perda de peso.
- O cliente restabelecerá seu padrão de sono, incluindo pelo menos 6
horas de sono ininterrupto toda noite.
- O cliente vai relatar maior nível de energia e menos fadiga.
- O cliente verbalizará sentimentos diretamente durante o tratamento.
- O cliente vai manter de maneira independente praticas de higiene
apropriadas.
- O cliente verbalizara afirmações positivas sobre si mesmo.
- O cliente não vai se ferir.
- O cliente vai relatar mais sentimentos de esperança no futuro.
- O cliente não vai mais idealizar objetos perdidos ou ficar obcecado por
isto.
- O cliente vai identificar aspectos de autocontrole sobre sua situação
vital do momento.
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- Prescrição
- 3. Estabeleça os critérios para a evolução final desejada no caso de
clientes com um distúrbio bipolar:
- O cliente não vai ferir a si próprio ou a outras pessoas.
- O cliente vai seguir uma dieta balanceada - com lanches para prevenir a
perda de peso - e manter o estado nutricional.
- O cliente vai restabelecer seu padrão de sono, incluindo no mínimo 6
horas de sono toda noite.
- O cliente vai manter práticas higiênicas apropriadas.
- O cliente vai relatar que seu pensamento não está acelerado.
- O cliente vai falar sem evidências de fuga de idéias.
- O cliente vai relatar sentir menos raiva e irritabilidade.
- O cliente concluirá uma tarefa de cada vez.
- O cliente verbalizará sentimentos diretamente durante o tratamento.
- O cliente vai interagir em situações sociais sem demonstrar impaciência
ou raiva em relação as outras pessoas.
- O cliente vai aceitar responsabilidade pelo próprio comportamento.
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- Prescrição
- 4. Estabeleça os critérios para a evolução final desejada para o caso de
clientes com comportamento suicida:
- O cliente vai concordar com um contrato de não se ferir.
- O cliente vai relatar à equipe na hora oportuna sentimentos
relacionadas ao desejo de se ferir.
- O cliente verbalizará sentimentos diretamente durante o tratamento.
- O cliente vai expressar maneiras concretas de resolver problemas em
áreas de interesse na situação vital do momento.
- O cliente vai relatar mais sentimentos de esperança no futuro.
- O cliente vai relatar maior sentimento de controle sobre sua situação
de vida.
- O cliente vai identificar sistemas de apoio antes da alta.
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- Implementação
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1. No caso de clientes com um distúrbio depressivo:
- Facilitar uma nutrição adequada. Fornecer porções menores ou maiores.
Considerar as preferências alimentares do cliente. Ficar com o cliente
durante as refeições.
- Ajudar com a higiene e cuidado com a aparência pessoal quando
necessário.
- Aceitar o cliente, evitando qualquer ação que possa ser interpretada
como uma crítica.
- Avaliar a letalidade do comportamento suicida e implementar precauções
apropriadas relativas ao suicídio.
- Evitar alegria e simpatia excessivas ou superficialidade.
- Ajudar o cliente a elaborar um roteiro diário que inclua atividades e
repouso.
- Promover o sono por meio de atividades e exercícios diários, bem como
intervenções visando o relaxamento ao recolher-se.
- Ter breves interações terapêuticas com o cliente.
- Não forçar conversas, mas encorajar a participação nas atividades e
interações sociais.
- Ajudar o cliente a identificar sentimentos negativos e reduzir
cognições negativas
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- Implementação
- Encorajar o sucesso no alcance dos objetivos, estruturando tarefas
simples e mensuráveis.
- Questionar ou expressar dúvida em relação a afirmações negativas do
cliente sobre si mesmo.
- Administrar antidepressivos conforme o prescrito.
- Instruir o cliente a respeito da medicação, efeitos colaterais, dose,
problemas passiveis de relato.
- 2. No caso de clientes com um distúrbio bipolar:
- Promover uma nutrição adequada.
- Reduzir a estimulação durante todo o dia, especialmente antes da hora
de recolher-se.
- Promover períodos de repouso; estimular o relaxamento
- Ajudar no autocuidado quando necessário.
- Promover a regularidade intestinal através de uma dieta adequada a base
de fibras, uma ingestão alimentar adequada e o estabelecimento de um
horário regular para defecação.
- Adotar uma abordagem direta, franca e consistente para descrever o
comportamento aceitável e limites racionais.
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- Implementação
- Dar ao cliente tarefas simples que focalizem sua atenção e possibilitem
que ele as complete com êxito.
- Ajudar o cliente a elaborar as conseqüências de seu comportamento, na
tentativa de controlá-lo.
- Proporcionar um ambiente seguro e monitorar o cliente para impedir
acidentes e lesões.
- Administrar medicação conforme prescrição médica.
- Instruir o cliente quanto a medicação, incluindo ação, efeitos
colaterais, dose, problemas passíveis de relato.
- 3. No caso de clientes com um comportamento suicida:
- Avaliar o grau do risco de suicídio do cliente, notando sinais de
aviso, intenção de se ferir, natureza concreta do plano e recursos
disponíveis.
- Identificar quaisquer fatores de alto risco.
- Determinar o grau dos recursos e sistemas de apoio do cliente.
- Levar a sério os sinais de aviso.
- Sempre que possível, remover materiais ou objetos perigosos e
potencialmente letais
- Colocar o cliente num ambiente seguro e protegido e monitorá-lo atenta
e consistentemente. Mobilizar apoio se necessário.
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- Implementação
- Estabelecer uma relação firme mas de apoio.
- Encorajar o cliente a falar a respeito de estressores, sentimentos de
dor, raiva e angústia; e planos de suicídio.
- Ouvir com empatia.
- Comunicar sua presença e seu desejo de impedir o cliente de se ferir.
- Estar ciente de que o risco de suicídio aumenta quando a depressão
começa a melhorar.
- Reforçar o desejo do cliente de resolver problemas e viver.
- Ajudar o cliente na resolução de problemas; decompor os problemas em
partes mais acessíveis.
- Instruir os familiares quanto aos sinais de aviso e encorajá-los a dar
apoio.
- Encaminhar o cliente a tratamento ambulatorial.
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- Evolução
- O cliente mantém seu peso a um nível apropriado para a idade e altura.
- O cliente não se fere.
- O cliente expressa não ter pensamentos de se ferir.
- O cliente verbaliza afirmações positivas sobre si mesmo.
- O cliente expressa esperança no futuro.
- O cliente identifica planos para resolver os problemas atuais.
- O cliente apresenta padrões de sono normais, possibilitando uma energia
adequada durante o dia.
- O cliente expressa satisfação com a melhora de sua interação social.
- O cliente demonstra padrões claros de pensamento, sem evidências de
delírios ou fuga de idéias.
- O cliente mantém a higiene e participa das atividades normais da vida
cotidiana.
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- ISAACS A., Saúde Mental e Enfermagem Psiquiátrica. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1988
- KAPLAN I. H. , SADOCK B. J., Manual de Psiquiatria Clínica. Rio de
Janeiro: Editora Médica e Científica, 1992.
- SADOCK, B.J. e SADOCK, V. A. , Compêndio de psiquiatria: ciências do
comportamento e psiquiatria clínica; tradução Claudia Dornelles... (et.
al.) 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
- STUART, G.W & LARAIA, M.T Enfermagem psiquiátricas 4 ed.. Rio de
Janeiro: Reichmann & Affonso editores 2002.
- TOWSEND, M. C. Enfermagem
psiquiátrica:conceitos e cuidados.3ª ed. Rio de janeiro; Guanabara
Koogan, 2002
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