CICLOS VITAIS

 

Principais desenvolvimentos

nos oito períodos do ciclo de vida

 

Faixa etária

  • Estágio pré-natal (concepção até nascimento)

  • Primeira infância (nascimento até 3 anos)

  • ØSegunda infância (3 a 6 anos)

  • ØTerceira infância (6 a 12 anos)  

  • ØAdolescência (12 a 20 anos)

  • ØJovem adulto (20 a 40 anos)

  • ØMeia-idade (40 a 65 anos)

  • ØTerceira idade (65 anos em diante)


Estágio pré-natal  (concepção até nascimento)

 

PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • Formação da estrutura e órgãos corporais básicos.

  • O crescimento físico é o mais rápido de todos os períodos

  • ØGrande vulnerabilidade às influências ambientais.


Primeira  infância  (nascimento até 3 anos)

 

 PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • O recém-nascido é dependente porém competente.

  • ØTodos os sentidos funcionam no nascimento.

  • Crescimento físico e desenvolvimento das habilidades motoras são rápidos.

  • ØCapacidade de aprender e lembrar está presente, até mesmo nas primeiras semanas de vida.

  • ØØCompreensão e fala se desenvolvem rapidamente.

  • ØAutoconsciência se desenvolve no segundo ano.

  • ØApego aos pais e a outros se forma aproximadamente no final do primeiro ano de vida.

  • ØInteresse por outras crianças aumenta.


Segunda  infância  (de 3 a 6 anos)

 

  PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • Força e habilidades motoras simples e complexas aumentam.

  • Comportamento é predominantemente egocêntrico, mas a compreensão da perspectiva dos outros aumenta.

  • Imaturidade cognitiva leva a muitas idéias ilógicas acerca do mundo.

  • Brincar, criatividade e imaginação tornam-se mais elaborados.

  • Independência, autocontrole e cuidado próprio aumentam.ØØ

  • ØFamília ainda é o núcleo da vida, embora outras crianças comecem a se tornar importantes.ØØ


Terceira  infância  (de 6  a 12 anos)

 

 PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • Crescimento físico diminui.

  • Força e habilidades físicas se aperfeiçoam.

  • Egocentrismo diminui.

  • Crianças passam a pensar com lógica, embora predominantemente concreta.

  • Memória e habilidades de linguagem aumentam.

  • Ganhos cognitivos melhoram a capacidade de tirar proveito da educação formal.

  • Auto-imagem se desenvolve, afetando a auto-estima.

  • Amigos assumem importância fundamental


Adolescência  (de 12  a 20 anos)

 

  PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • ØMudanças físicas são rápidas e profundas.

  • ØAtinge-se a maturidade reprodutiva.

  • ØCapacidade de pensar abstratamente e usar o pensamento científico se desenvolve.

  • ØEgocentrismo adolescente persiste em alguns comportamentos.

  • ØBusca de identidade torna-se fundamental.

  • ØGrupos de amigos ajudam a desenvolver e testar a auto-imagem.

  • ØRelacionamento com os pais geralmente é bom.


Adulto  (de 20  a 40 anos)

 

 PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • ØSaúde física atinge o máximo, depois cai ligeiramente.

  • ØHabilidades cognitivas assumem maior complexidade.

  • ØDecisões sobre relacionamentos íntimos são tomadas.

  • ØA maioria das pessoas se casa; a maioria tem filhos.

  • ØEscolhas profissionais são feitas.


Meia- idade  (de 40 a 65 anos)

 

 PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • ØOcorre certa deterioração da saúde física, e declínio da resistência e perícia.

  • Mulheres entram na menopausa.

  • ØSabedoria e capacidade de resolução de problemas práticos são acentuadas; capacidade de resolver novos problemas declina.

  • ØØSenso de identidade continua a se desenvolver.

  • Dupla responsabilidade de cuidar dos filhos e pais idosos pode causar estresse.

  • ØØPartida dos filhos tipicamente deixa o ninho vazio.

  • ØPara alguns, sucesso na carreira e ganhos atingem o máximo; para outros ocorre um esgotamento profissional.

  • ØBusca do sentido da vida assume importância fundamental.

  • ØPara alguns, pode ocorrer a crise da meia-idade.


Terceira idade  (de 65 anos em diante)

 

  PRINCIPAIS  DESENVOLVIMENTOS

  • ØA maioria das pessoas é saudável e ativa, embora a saúde e a capacidade física declinem um pouco.

  • ØRetardamento do tempo de reação afeta muitos aspectos do funcionamento.

  • ØA maioria das pessoas é mentalmente ativa.   Embora a inteligência e a memória possam se deteriorar  em algumas áreas, a maioria das pessoas encontra modos de compensação.

  • ØAposentadoria pode criar mais tempo para o lazer mas pode diminuir as rendas.

  • ØAs pessoas precisam enfrentar perdas em muitas áreas (perdas de suas próprias faculdades, perda de afetos) e a iminência de sua própria morte.



 

Livro ciclo da vida

 

  • Gestação, Parto e Puerpério

  • O Bebê e os Pais

  • O Ciclo Vital da Família

  • A Criança de 0 a 3 anos

  • A Criança Pré-Escolar

  • A idade Escolar: Latência (6 a 12 anos)

  • A Puberdade

  • A Adolescência

  • Adultos Jovens, seus Scripts e Cenários

  • Idade Adulta: Meia-Idade

  • A Velhice

  • A Morte: Última Etapa do Ciclo Vital


O  NEURÔNIO  

  • O  neurônio  é  a  unidade  funcional  do  cérebro.

  • Um neurônio pode receber milhares de conexões sinápticas  de outros neurônios, uma vez que o cérebro humano apresenta, aproximadamente, 10 neurônios.

  • Calcula-se que o número total de genes do DNA humano chegue a 100.000.    Desses, talvez 50.000 sejam funcionais exclusivamente no cérebro, o que sugere  a  enorme  complexidade  do  controle genético  sobre  o  cérebro  e  seu  desenvolvimento.


 

Estágios 

 

I. Sensório-Oral (Infância)  

II. Anal-Muscular  

III. Genital-Locomotor  

IV. Latência (Idade escolar)

V. Puberdade e Adolescência  

VI. Adulto Jovem  

VII. Adulto  

 

Crise  Psicossocial

 

Confiança Básica X Desconfiança  

Autonomia X Vergonha, Dúvida

Iniciativa X Inferioridade

Atividade X Inferioridade  

Identidade X Confusão de Identidade

Intimidade X Isolamento

Generatividade X Estagnação

Integridade de Ego X Desespero

 


MECANISMOS  DE  DEFESA  

 I -   Defesas  Narcísicas

  •  Negação: evitar a percepção de algum aspecto doloroso da realidade, negando dados sensoriais. Afeta mais a percepção da realidade externa do que da realidade interna.  Não é necessariamente psicótica, podendo estar a serviço de objetivos adaptativos ou neuróticos.

  •  Projeção: perceber e reagir a estímulos internos inaceitáveis e seus derivados como se estivessem fora do self  (eu).  Pode levar a delírios francos sobre a realidade externa, usualmente de cunho persecutório; inclui tanto a percepção de seus próprios sentimentos em outros como agir em função dessa percepção.

  • Distorção: reformular grosseiramente a realidade externa no sentido de enquadrá-la aos desejos internos, podendo incluir crença irreal megalomaníaca, alucinações e delírios, utilizando sentimentos delirantes de superioridade ou autoridade.

II - Defesas  Imaturas

  •  Atuação (acting-out): expressão direta de um desejo ou pulsão inconsciente para evitar a consciência do afeto associado a eles.  A fantasia inconsciente é vivida de modo impulsivo, gratificando mais o impulso do que a sua proibição.   Inclui agir para evitar a tensão que resultaria se o impulso fosse postergado.

  •  Bloqueio:  inibição usualmente temporária dos afetos, pensamentos ou impulsos.

  •  Hipocondria: transformação da censura alheia em autocensura e queixas de dor e enfermidade somática, como conseqüência de privação, solidão ou pulsões agressivas inaceitáveis.

  •  Introjeção: internalização das características de um objeto amado, visando a aproximar-se deste e manter sua presença.   A introjeção de um objeto temido, pela internalização das suas características agressivas, leva a um controle da agressão.

  •  Comportamento passivo-agressivo: agressão para com o objeto, manifestada de forma indireta e ineficaz por meio de passividade, masoquismo e voltando-se contra si mesmo.

  •  Projeção: atribuição aos outros dos próprios sentimentos inaceitáveis. Inclui preconceitos, rejeição, suspeita, excessiva cautela contra perigos externos, etc.

  •  Regressão: retorno a um estágio anterior do desenvolvimento devido à dificuldade de enfrentar as ansiedades e desafios atuais. Inclui um retorno a pontos de fixação primitivos e incorporação de comportamentos já abandonados.

  •  Somatização: conversão defensiva de derivados psíquicos em sintomas corporais

III - Defesas Neuróticas

  • Controle: tentativa exagerada de manejar ou regular os acontecimentos ou o ambiente externo com o objetivo de minimizar a ansiedade e resolver conflitos internos.

  • Deslocamento: sentimentos vinculados a um objeto são redirecionados a outro (p. ex. fobias).

  • Dissociação: modificação do caráter de uma pessoa ou de seu sentimento de identidade a fim de evitar angústia. Separa ativamente sentimentos, representações do self ou do objeto contraditórias como bem-mal, prazer-desprazer, etc.

  • Intelectualização: controle dos afetos e dos impulsos pensando sobre eles, mas não os experimentando.

  • Isolamento: divisão intrapsíquica ou separação entre o afeto e seu conteúdo, levando à repressão da idéia ou afeto ou ao deslocamento do afeto para um conteúdo diferente ou substituto.

  • Racionalização: aplicação de justificativas incorretas ou uso de sofismas convincentes para explicar atitudes, crenças ou comportamentos inaceitáveis de outra forma.

  • Formação reativa: expressão de sentimentos inaceitáveis de uma forma antitética ou oposta.

  • Repressão ou recalque: expulsão de uma idéia ou sentimento da percepção consciente para o inconsciente.

IV - Defesas Maduras

  • Altruísmo: satisfação vicária construtiva e gratificante das pulsões por serviços prestados aos outros.

  • Ascetismo: gratificação derivada da renúncia do prazer atribuída a uma experiência em favor de valores morais.

  • Humor: capacidade de fazer graça de si mesmo sem incômodo pessoal e sem causar desprazer nos demais.   Permite que se tolere o que parece ser terrível de ser suportado.

  • Sublimação: gratificação de uma pulsão cuja finalidade é preservada, mas cujo alvo ou objeto é convertido de socialmente objetável em socialismo valorizado.   Permite que as pulsões sejam canalizadas em vez de reprimidas ou desviadas.

  • Supressão: decisão consciente ou semiconsciente de adiar a tenção para um impulso ou conflito consciente.


  • Representações  da  gestante  como  mulher    e  mãe.

  • Fantasias  a  respeito  do  filho  e  da   sua identidade  futura.

  • Antecipações  de  dificuldades  profissionais  e no  relacionamento  com  o marido.

  • Medo  da  própria  morte  e/ou  do  bebê  no  parto,  bem  como  de malformações


Durante   o   processo   do    divórcio    observam-se    minicrises previsíveis  para  as  quais  os  adultos  devem  estar  preparados  (Seibt, 1996) :  

1. no momento da decisão de separar-se;  

2. quando a decisão é comunicada à família e aos amigos;

3. quando se discutem dinheiro e visitas;

4. quando a separação física acontece;

5. quando o divórcio legal é assinado;

6. quando assuntos precisam ser renegociados, como, por exemplo, dinheiro e visitas e  quando um dos pais começa a namorar;

7. quando se comemoram aniversários, formaturas e outros acontecimentos importantes (um dos dois casa novamente, por exemplo).  


EXPRESSÃO  GRÁFICA  

 

  • O domínio do traço oblíquo: a criança vai mais além do desenho do quadrado, da cruz, do círculo e do triângulo para o desenho do losango e do “x”.

  • O detalhamento e a coordenação das estruturas do desenho da figura  humana:  surgem  atributos  como mãos  e  olhos  e  posicionamento  adequado  do pescoço e  dos  diferentes  segmentos  do  corpo.

  • O aparecimento no desenho do movimento e de interações:  a  criança  se  expressa  mais  pelo desenho do  que  pelo  relato  de  fatos.

  • A  noção  de  profundidade  e  de  sombreado:  noções que  surgem  ao  final  e  indicam  mudança  no  sentido  da  aquisição  de  perspectiva  tridimensional.


AS  TAREFAS  EVOLUTIVAS  DA  MEIA-IDADE  

  • aceitação do corpo que envelhece;

  • aceitação da limitação do tempo e da morte pessoal;

  • manutenção da intimidade;

  • reavaliação dos relacionamentos;

  • relacionamentos com os filhos: deixar ir, atingir igualdade, integrar novos membros;

  • relação com seus pais: inversão de papéis, morte e individuação;

  • exercício do poder e posição: trabalho e papel de instrutor;

  • novos significativos, habilidades e objetivos dos jogos na meia-idade;

  • preparação para a velhice.  


MEDIDAS PREVENTIVAS

  • Manter a saúde física com a prevenção das doenças degenerativas;

  • Independência  econômica;

  • Ter  seu  próprio  espaço  físico  ou  moradia;

  • Ter  laços  de  amizade  e  vínculos  fortes  com  a  família;

  • Manter um relacionamento íntimo com um(a) companheiro(a);

  • Ter  um  vínculo  com  a  comunidade;

  • Manter-se  sempre  ocupado  e  com  planos  para  o  futuro;

  • Se possível, manter um vínculo com seu antigo trabalho ou  profissão;

  • Buscar  ajuda  na  comunidade;

  • Praticar  exercícios,  manter  uma  atividade  física  regular.


TAREFAS EVOLUTIVAS DO 

ADULTO JOVEM (20 A 40 ANOS)  

 

      1. Desenvolvimento de um sentido do self e do outro – a terceira individuação, com busca do preenchimento das lacunas deixadas pelas duas outras (infância e adolescência).   Ele permite uma separação psicológica dos pais da infância e uma (relativa) auto-suficiência no mundo adulto; facilita a relação de reciprocidade com os pais.  

     2. Desenvolvimento de amizades adultas, mais difíceis de serem mantidas, diferentes daquelas da adolescência. Amizades com pessoas de diferentes idades, e de diferentes backgrounds.  (“Não vale” só pessoas da mesma idade, da mesma profissão, do mesmo nível sócio-econômico-cultural, etc.)

3. Desenvolvimento da capacidade para a intimidade emocional e sexual.  Rever a crise conforme Erikson: intimidade versus isolamento (resultado: amor e filiação).

4. Tornar-se pai ou mãe em termos biológicos e psicológicos, capacidade esta baseada em antecedentes ou conquistas desenvolvimentais prévias: identidade de gênero nuclear na infância, consciência da diferença entre os sexos, resolução saudável do Édipo, integração, na fase da latência, de atitudes pessoais, familiares e sociais em relação à masculinidade e feminilidade, evolução da vida sexual na adolescência e experiências evolutivas de sexo e intimidade na fase de adulto jovem. (Engravidar pode até ser fácil; difícil é ser pai ou mãe).

5. Formação de uma identidade profìssional adulta, encontrando um lugar gratificante no mundo do trabalho (atenção para as diferenças entre trabalho, emprego e subemprego na nova economia). 

6. Desenvolvimento de formas adultas de brincar.  Manter-se em contato com "a criança de cada um de nós" ;  não esquecer que o brincar é a base do inventar, do criar, do descobrir, essenciais na atividade artística e científica.

7. Tomada de consciência da limitação do tempo e da morte pessoal, de forma integrada. (Rever a hipótese de Elliot Jaques: auge versus morte nas pessoas criativas entre os 35 e 39 anos.)


CARACTERÍSTICAS QUE SUGEREM PROVÁVEL ETIOLOGIA

PSICOSSOCIAL DOS SINTOMAS   

 

  • A história e a descrição do sintoma não caracterizam nenhuma doença familiar para o médico.

  • A descrição do sintoma parece exagerada ou afetada, e imagens floridas são empregadas para descrever a queixa.

  • Queixas somáticas múltiplas, envolvendo vários sistemas, são relatadas.

  • O tipo da queixa física indica, por si só, alta probabilidade de etiologia psicogênica (por exemplo, dor abdominal recorrente, cefaléia crônica, hiperventilação, tonturas, etc).

  • A queixa é acompanhada de outros sinais e sintomas de natureza vegetativa (sudorese, palidez, tonturas, taquicardia, polaciúria, etc), e/ou de queixas vagas como fadiga, dores difusas, distúrbios do apetite e do sono.

  • O paciente parece indiferente ou pouco preocupado com a existência do sintoma, apesar da aparente gravidade deste, ou, ao contrário, sua preocupação é desproporcionalmente intensa para um sintoma pouco significativo.

  •  As queixas surgiram após um evento ou situação estressante.

  • Os sintomas do adolescente se assemelham aos de alguma pessoa (pais, irmãos, parentes, amigo, vizinho) que faleceu recentemente ou está com alguma doença grave.

  • Há conflito familiar (desarmonia, drogadição, separação, doença grave, morte, etc), abuso sexual, e/ou história de queixas somáticas freqüentes nos pais.

  • O adolescente e/ou seus pais notam a relação entre a sintomatologia e eventos (ou situações) estressantes, e/ou sintomas emocionais com ansiedade, medo, tristeza, raiva, etc.

  • O adolescente e/ou seus pais relutam em aceitar a associação etiológica do sintoma físico com os fatores psicossociais, quando esta parece óbvia para o médico.

  • A sintomatologia física é acompanhada de sinais e sintomas de um distúrbio afetivo, como depressão, ou de ansiedade, ou de distúrbio de conduta, e/ou de condições como abuso de drogas, ideação suicida, ou preocupação exagerada com a morte.

  • A sintomatologia física parece trazer ganhos secundários desejados pelo adolescente, como faltas à escola ou à competição esportiva, maior atenção da família, menor responsabilidade, etc.

  • As queixas físicas motivaram freqüentes faltas à escola ou ao trabalho, e essas faltas não foram mencionadas pelo paciente.

  • O adolescente foi visto com a mesma queixa por vários médicos e/ou atendido várias vezes em pronto-socorros, e/ou realizou vários exames complementares, e/ou tomou vários medicamentos, sem melhora da sintomatologia.

  • A sintomatologia melhora após uma ou mais entrevistas de apoio, e/ou após medicação placebo, e/ou após exames que resultaram normais.