Ter
um conhecimento sólido e atualizado no seu campo
de docência. Ao ministrar sua disciplina não
se restringir a um só autor ou a um só
livro. Estabelecer relações entre os vários
aspectos de sua disciplina e situações
práticas ou acontecimentos reais.
Participar,
ativamente, da produção do conhecimento
em sua área. Estar envolvido em pesquisas, referindo-se
frequentemente à literatura disponível,
comentando as tendências atuais.
Dominar
as técnicas necessárias ao desempenho
de sua área de atuação, demonstrando
firmeza no treinamento de habilidades.
Nas
atividades teóricas, expor em linguagem clara
e informal; em rítmo pausado e com boa dicção.
Utilizar de diferentes formas de ensinar (procedimentos
diferenciados para diferentes formas de ensinar). Estimular
a participação e a discussão dos
alunos a respeito de diferentes pontos de vista acerca
do que está sendo exposto.
Nas
atividades teóricas, chamar a atenção
dos alunos para os aspectos mais importantes do que
sendo exposto, destacando as idéias fundamentais
a serem refletidas e assimiladas. Retomar aspectos importantes
e fazer uma síntese (ou organizar atividades
que levem os próprios alunos a fazerem essa síntese)
relacionando os diferentes aspectos e proporcionando
uma visão holística da medicina.
Nas
avaliações, procurar mecanismos para que
o aluno tenha que demonstrar capacidade de raciocínio
e de organização do conteúdo ministrado,
não se limitando à memorização
do que foi dito em classe.
Iniciar a sua disciplina explicando para os alunos seus
objetivos, bem como sua dinâmica e os mecanismos
de avaliação propostos. Procurar relacionar
sua disciplina com a futura prática profissional
do aluno em formação.
Nas
áreas clínico-cirúrgicas, privilegiar
uma formação técnica compëtente
(incluindo conhecimentos e habilidades) nas patologias
mais prevalentes, procurando capacitá-los para
seu diagnóstico, tratamento e prevenção.
Procurar capacitar seus alunos para orientar, didaticamente,
os pacientes e familiares quanto a tratamento, profilaxia
e prognóstico das patologias.
Nas
atividades docentes perante o paciente, preocupar-se
e, constantemente, estimular seus alunos para a humanização
do atendimento à saúde.
Utilizar
e referir-se à tecnologia como uni recurso auxiliar
do profissional de saúde, evitando desenvolver
nos alunos o fascínio e a supervalorização
desta em detrimento a uma adequada semiologia e relacionamento
médico-paciente.
Preocupar-se
com a dimensão inter-pessoal do relacionamento
professor- aluno. Ser autêntico nesse relacionamento
e mostrar-se consciente do potencial significado de
sua atuação como referência ao futuro
profissional.
Demonstrar
que valoriza a disciplina em que atua como docente e
o profissional que essa forma. Estimular o aluno em
direção a um ideal.
Explicitar,
discutir, procurar conscientizar os alunos acerca dos
determinantes curriculares do curso médico, possibilitando
uma formação não dissociada do
sistema de saúde vigente.
Discutir
com os alunos visando entender sua participação
e seu engajamento como elemento integrante de uma equipe
de saúde.
Passar
aos alunos a dimensão sócio-biológica
do processo saúde-doença. Enfatizar o
“homem doente” e não a “doença
do homem”.
Demonstrar
que gosta de ensinar e que valoriza o seu trabalho docente.
Demonstrar entusiasmo e dinamismo corno animador do
processo ensino- aprendizagem.
Orientar
os alunos no seu processo de aprendizado: utilizar de
estratégias que estimule o aluno a aprender fazendo
a a construir ativamente o seu próprio conhecimento
(aprender a aprender).
Preocupar-se em desenvolver em seus alunos um processo
de Educação Permanente empregando metodologias
adquadas de auto-aprendizagem.
Procurar estimular o interesse do aluno pela pesquisa
entendendo o aprender e apreender as bases do método
científico como instrumentalização
à futura atividade professional.
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