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Neuroimagem
e substâncias psicoativas
Figura
1 — Imagens de PET evidenciando redução global
no metabolismo cerebral de glicose induzida
pela administração de 40mg de cocaína intravenosa,
em comparação com a administração de solução
salina (placebo). O mesmo indivíduo realizou
cada avaliação em dois momentos diferentes.
Figura
2 — Angiografia por ressonância magnética evidenciando
vasoconstrição em artérias cerebrais. Ambas
as imagens são provenientes de um mesmo indivíduo,
realizadas antes (à esquerda) e 20 minutos após
(à direita) a administração de uma dose de 0,4mg/kg
de cocaína intravenosa. As setas superiores
indicam as artérias cerebrais médias e as setas
inferiores apontam para as artérias cerebrais
posteriores. A = anterior; P = posterior;
R = direito; L = esquerdo.
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| Baseline |
Cocaine |
Figura
3 — Imagens de SPECT evidenciando múltiplas
áreas de hipofluxo sanguíneo cerebral em dependente
de cocaína do sexo masculino, de 20 anos de
idade, abstinente de drogas há três semanas.
Figura
4 — Imagens de corregistro de PET e ressonância
magnética evidenciando áreas de aumento do metabolismo
cerebral de glicose em indivíduo com abuso de
cocaína em resposta a estimulação audiovisual
relacionada à cocaína. As setas indicam o córtex
pré-frontal dorsolateral (DL) e a amígdala (AM),
ativados durante a ‘fissura’.

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